quinta-feira, 24 de março de 2011

Os buracos milionários em Campos dos Goytacazes

Do Blog do Herval Junior

Alertado pela leitora Josete , um novo vídeo postado no YouTube demonstra a insatisfação do povo campista não só pelos buracos , buraquinhos ou buracões que insistem em ilustrar nossas vias , mas pelo alto custo da manutenção dos mesmos . Sim, pela manutenção , já que esses buracos não são fechados ou voltam a aparecer depois das obras .

Do YouTube



Meu Pai do Céu! Onde é que estamos? Os blogs de Campos dos Goytacazes (RJ) repercutem hoje (22/3/2011) uma informação que é de deixar todos com a boca escancarada esperando a morte chegar. Os buracos em Campos, que são tapados em um etapa e logo depois voltam a ressurgir como crateras - valem ouro. Isso mesmo. Campos não é só a terra do petróleo, meus senhores e minhas senhoras. Os buracos por lá também valem ouro.

No ano passado a prefeita Rosinha Garotinho, ex-governadora do Estado do Rio e esposa do deputado federal Anthony Garotinho (PR), pagou R$ 40.672.650,39 (quarenta milhões, 672 mil, 650 reais e 39 centavos) pela chamada Operação Tapa Buracos. E a cidade continua toda esburacada, a ponto de a população ir às ruas sacanear a situação, pintando os buracos de rosinha.

As três firmas sortudas para realizar a Operação Tapa Buracos foram a Imbeg (13 milhões 516 mil 647 reais e 32 centavos), a Construtora Avenida (13 milhões 511 mil 590 reais e 8 centavos) e a Construsan (13 milhões 644 mil 412 reais e 99 centavos).

Está à toa na vida? Não espere a banda passar. Muna-se de uma pá e um saco de cimento e vá tapar buracos em Campos dos Goytacazes. Sua vida financeira vai melhorar rapidinho, rapidinho.



General argentino é condenado à prisão perpétua por crimes contra a humanidade

Ex-chefe do Terceiro Corpo do exército argentino, Luciano Benjamín Menéndez foi condenado à pena de prisão perpétua pela prática de crimes contra a humanidade durante a última ditadura militar na Argentina. O tribunal considerou-o responsável por “homicídios duplamente agravados e violação de domicílio”. Esta é a sexta condenação à prisão perpétua que Menéndez recebe. Desta vez, ele foi julgado pelo assassinato de María Alejandra Niklison e outros quatro militantes montoneros. Ele deverá cumprir sua pena em prisão comum.

Marco Aurélio Weissheimer no sitio CartaMaior

O Tribunal Oral Federal da província de Tucumán condenou hoje o ex-chefe do Terceiro Corpo do exército argentino Luciano Benjamín Menéndez à pena de prisão perpétua pela prática de crimes contra a humanidade durante a última ditadura militar. O tribunal considerou-o responsável por “homicídios duplamente agravados e violação de domicílio”. Esta é a sexta condenação à prisão perpétua que Menéndez recebe. Ele deverá cumprir sua pena em prisão comum.

Desta vez, ele foi julgado pelo assassinato de María Alejandra Niklison e outros quatro militantes montoneros. A mesma pena foi aplicada ao ex-policial Roberto Heriberto Albornoz. Niklison foi assassinada no dia 20 de maio de 1976 na capital de Tucumán. Ela e seus quatro companheiros foram fuzilados pelos acusados.

A advogada de acusação, filha da militante montonera assassinada, pediu a condenação à prisão perpétua e o envio de Menéndez para uma cela comum. Além disso, pediu a suspensão da aposentadoria e da pensão do militar acusado de assassinatos e torturas. O representante do Ministério Público Fiscal, Leopoldo Peralta Palma, solicitou para Menéndez, além da prisão perpétua, a perda definitiva de sua patente militar, a baixa das Forças Armadas e que ele seja declarado “infame traidor da Pátria”.

A primeira pena perpétua aplicada a Menéndez foi em 24 de julho de 2008; a segunda, em 28 de agosto de 2008; a terceira em dezembro de 2009 e as posteriores em julho e dezembro de 2010. Em 1988, ele foi acusado de ter cometido 47 assassinatos, 76 casos de torturas e de ter se apropriado de quatro menores.

Os crimes em julgamento nesta quarta-feira sofreram um processo de reconstituição. Segundo se reconstruiu em juízo, forças conjuntas do Exército e da Polícia Provincial lançaram explosivos e tomaram de assalto a casa onde estavam os cinco militantes montoneros, que foram pegos de surpresa. Os militares e os policiais simularam então um enfrentamento e fuzilaram todos os moradores da casa. Um dos ocupantes conseguiu sair da casa, mas foi assassinado pelos agressores perto de uma igreja localizada próximo à residência. Os corpos das vítimas foram levados à Chefatura da Polícia de Tucuman. Dali, quatro deles foram enterrados em fossas comuns em um cemitério da cidade.

(*) Com informações de agências argentinas
Fotos: Na foto, Luciano Menéndez é o terceiro da esquerda para a direita.

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