sábado, 12 de fevereiro de 2011

Denuncia GRAVE! Minc esta apagando a verdade em ato criminoso!

Olha isto minha gente, so não vê as péssimas intenções do Min© quem não quer, já passa da hora do movimento Fora Ana de Hollanda!!!!

Olha que chegou ao meu conhecimento.

[..]2) Notei que o MinC está retirando toda a documentação dos seminários. Tentei achar a página e os vídeos do seminário na USP "Direitos Autorais e Acesso á Cultuta" e a única referência que encontrei foi na página http://www.cultura.gov.br/site/2010/03/19/forum-nacional-de-direito-autoral-3/, mas os conteúdos dos links da página http://www.cultura.gov.br/site/2008/08/28/seminario-de-sao-paulo-discute-os-direitos-autorais-e-o-acesso-a-cultura/ e http://www.cultura.gov.br/site/2008/08/28/seminario-de-sao-paulo-discute-os-direitos-autorais-e-o-acesso-a-cultura/ foram removidos.

Só sobrou PDF com os "anais". O mesmo acontece com o "Seminário Internacional sobre Direito Autoral" e o "Seminário Autores, Artistas e seus Direitos”.

Só o material do seminário "Gestão Coletiva e o Papel do Estado", realizado no Rio, com a claque do ECAD presente e recheado de apresentações de editores, além do ECAD e afiliados permanece lá como antes (descrição das mesas, videos das apresentações, além dos anais).

A remoção das páginas é um profundo desrespeito com quem participou, ajudou a organizar, com o trabalho da gestão anterior e com o contribuinte que bancou tudo. Mas o pior é que significa uma forma de censura contra as vozes discordantes. Essa forma de querer apagar seletivamente a história ou recontá-la a sua maneira mostra a nova cara do Min© - talvez sob a inspiração do ECAD que com seus tentáculos no primeiro escalão.

O pessoal que assumiu o ministério está aos poucos limpando o site. Parece que há um clima de vingança mesmo, como o Claudio Prado sugeriu. Temos que divulgar isso nas listas, redes, blog, twitter, pois até agora a ministra e sua equipe se sente segura e confortável para nos ignorar e seguir fazendo o que bem entende.[..]

Vejam que além das páginas foram apagados centenas de comentários, isto é GRAVISSIMO!

O Min© segue em sua estratégia agora para provar que não houve debate sobre a Reforma da LDA, mas quem vai cair nesta? O ato do Min© é patético por um lado, mas perverso e criminoso por outro.


João Carlos Caribé
Publicitário e Consultor de mídias sociais
http://entropia.blog.br/


ALTO COMANDO MILITAR EGÍPCIO TEM SEDE EM WASHINGTON*

Laerte Braga

O marechal Mohamed Hussein Tantawi, presidente do Supremo Conselho Militar
do Egito e sucessor de Hosni Mubarak é parte da brutal ditadura contra a qual os egípcios se levantaram e obedece a Washington.

O ex-ditador não renunciou à “presidência da república . Nem ele e nem o general Omar Suleiman, o vice-presidente†. Na quinta-feira Mubarak discursou em rede nacional de televisão dizendo que permaneceria no poder até as eleições de setembro e na sexta, surpreendendo aos próprios revoltosos deixou o poder.

Entre quinta e sexta-feira o marechal Tantawi conversou cinco vezes por telefone com o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates. A última conversa foi após o pronunciamento de Mubarak e Gates disse ao marechal Tantawi que para manter a ordem e evitar o caos era necessário que Mubarak e Suleiman saíssem.

Quando se extrai um tumor maligno, ou a cirurgia remove o tumor e seu entorno, ou o tumor permanece vivo. Nada muda, apenas a sensação de mudança. É o que está acontecendo no Egito.

O governo provisório (pelo menos por enquanto, pode virar definitivo) vai afrouxar aqui e ali, mas só nos adereços, e as mudanças pretendidas pelos egípcios vai depender das ruas e da oficialidade jovem das forças armadas, fator decisivo na decisão dos EUA que determinaram aomarechal Tantawi o afastamento de Mubarak e Suleiman.

O alto comando militar egípcio tem sede em Washington e os velhos generais e marechais que comandam as forças armadas não diferem em nada de Hosni Mubarak, ele próprio, um marechal.

De uma certa forma o que vai acontecer é uma incógnita. Os próximos dias serão decisivos para a luta popular e a oficialidade jovem (muitos aderiram aos rebeldes na Praça da Libertação e isso foi vital para a decisão dos norte-americanos, o temor de uma rebelião dentro das forças armadas, o medo de perder o controle).

E transcendem ao Egito. Manifestações contra o governo ditatorial da Argélia estão sendo reprimidas de maneira violenta pela ditadura naquele país. No Iêmen o povo se levanta contra o governo e há indícios claros de insatisfação na Jordânia.

Chegam até a Israel, onde parte da população começa a perceber que os governos que sucederam a Rabin (assassinado por um fanático judeu logo após o acordo de paz assinado com Yasser Arafat) têm um caráter ditatorial e colocam em risco a segurança do país. Em Tel Aviv já acontecem manifestações pela paz com os palestinos, tanto quanto, líderes de movimentos de direitos humanos e pela paz são presos e condenados. Silenciados.

Se você acerta um lobo com um golpe não fatal o lobo se torna muito mais perigoso e apavorante que antes do golpe. É o caso dos EUA e toda a sua extensa rede de terror espalhada pelo mundo.

Imerso numa crise na qual se percebe o declínio do império, escora-se num arsenal bélico capaz de destruir o mundo quantas vezes for preciso para manter a democracia cristã e ocidental do deus mercado.

Não é uma nação, apenas um conglomerado terrorista EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A. E cada vez mais os norte-americanos vão se revelando um povo doente e fanático em sua imensa maioria.

Em Bruxelas, Bélgica, discutem um sistema antimísseis que cria um escudo protetor em toda a Europa e pretendem obter a concordância da Rússia, vale dizer, sua capitulação à OTAN – ORGANIZAÇÃO DO TRATADO ATLÂNTICO NORTE braço terrorista do conglomerado na Europa.

A ressurreição do nazismo foi anunciada pelo primeiro-ministro da principal colônia do conglomerado no velho mundo, David Cameron. Falou em fim do multiculturalismo. A existência, coexistência e convivência entre diferentes. Pacífica e harmoniosa.

O que se viu na Praça da Libertação foi um povo sem preconceitos, cristãos e muçulmanos lutando e rezando em comum pelo fim da barbárie.

E a barbárie está em Washington, em Tel Aviv, em países árabes governados por ditadores, na Europa colonizada e cercada de bases militares do conglomerado terrorista por todos os lados.

Neste sábado, em Roma e várias cidades italianas, milhares de cidadãos vão às ruas para mostrar sua indignação com o primeiro-ministro Sílvio Berlusconi, uma reedição esfarrapada do Duce. A grande chacota do mundo, mas que cumpre à risca o papel que lhe cabe nesse espetáculo determinado pelos EUA. Não por outra razão é um dos donos de um império midiático.

Quem pensa que GLOBO, FOLHA, VEJA, etc. existem só no Brasil se engana. Os terroristas do conglomerado, desde a derrota militar no Vietnã aperfeiçoaram e aumentaram o controle da mídia em quase todos os países do mundo. É o arsenal da mentira repetida à exaustão até que vire “verdade†.

Em Argel o ditador colocou nas ruas policiais (via de regra recrutados entre assassinos como fazia Mubarak) e militares (que em quase todo o mundo, Brasil inclusive, se atribuem o monopólio do patriotismo na versão de Samuel Jackson, o último refúgio dos canalhas.

O Comitê de Segurança Nacional da Câmara de Deputados do conglomerado EUA/ISAREL TERRORISMO S/A, numa audiência na quarta-feira, nove de fevereiro, deu seu aval à ordem do presidente branco disfarçado de negro Barack Obama, para que o imã Anwar al-Awlaki, seja assassinado pelos serviços secretos. É acusado de pertencer a Al Qaeda e ser mais perigoso
que Osama bin Laden.

O imã nasceu no Novo México, nos EUA, é filho do atual ministro da Agricultura do Iêmen e acusado de vários “crimes de terrrorismo. O espírito democrático, cristão e ocidental de Obama entende que deva ser assassinado em nome da liberdade e outras coisas mais, no fundo, para não atrapalhar os negócios.

O deus mercado exige sacrifício de mortais comuns que se oponham ao uso de tênis de marca, ao consumo de sanduíches Mcdonalds, se recusem a assistir as tevês do grande irmão, ou ouvir a suas rádios e ler seus jornais e revistas. A aceitar a ordem suprema e despirem-se da condição de humanos. Mortos vivos.

O que egípcios cristãos e muçulmanos mostraram ao mundo é que é possível sair da escuridão e enxergar o sol. É claro que a luta não termina na saída de Mubarak, é mais ampla e estende-se às nações de todo o mundo.

No terceiro dia do julgamento do pedido de extradição de Julian Assange feito pela antiga Suécia importante base do conglomerado na Europa o juiz Howard Ridlle pediu mais tempo para decidir se aceita ou não o pedido.

A falta de provas dos crimes imputados a Assange, responsável por revelar através do WIKILEAKS toda a podridão e terror do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, deve ter sido o motivo. Vão tentar encontrar formas de entregar Assange a Suécia para que no curso normal de uma ação criminosa ele possa ser levado aos EUA e julgado. Corre o risco da pena de morte. De qualquer forma, para extraditá-lo vão precisar de muitos coelhos e muitas
cartolas.

O último ministro das Relações Exteriores do Brasil (o atual é funcionário do Departamento de Estado do conglomerado), Celso Amorim, em entrevista telefônica a CARTA MAIOR mídia limpa, sadia afirmou que as revoluções populares que o mundo assiste agora especialmente na Tunísia e no Egito, acontecem em países considerados *amigos do Ocidente *que não eram alvo de nenhum tipo de sanção por parte da comunidade internacional . E fulminou:
isso mostra que a posição daqueles que defendem sanções contra o Irã é equivocada.

O que chamam de chanceler brasileiro atualmente, Antônio Patriota, prepara-se para um encontro com Hilary Clinton no dia vinte e três. Vai sem sapatos e submisso, doido para ganhar uma cadeira permanente num conselho denominado de segurança. A instância maior das Nações Unidas, onde cinco países têm o direito de veto a qualquer proposta que contrarie seus interesses.

Quer o status e o direito de dizer amém.

Mohamed Hussein Tantawi, o marechal egípcio que assumiu o governo daquele país é só um nome. Poderia ser David Cameron, Sílvio Berlusconi, o primeiro-ministro sueco, Antônio Patriota, poderia ser José Sarney, por exemplo, que guarda com Hosni Mubarak e Omar Suleiman os mesmos cabelos pintados, provavelmente com tintura importada/doada pelo conglomerado (percepção do deputado Chico Alencar).

É por aí que o Egito e os egípcios transcendem a si próprios e se estendem por todo o mundo.

A luta pela sobrevivência do ser humano não será ganha em shoppings e nem diante da telinha inebriado com o BBB. Mas nas praças e ainda não terminou para os egípcios e nem começou para muitos povos.

É de sobrevivência. A suástica está em marcha, viva e feroz, no conglomerado terrorista EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, no discurso de David Cameron, um dos porta-vozes da barbárie.

Por trás daquele discurso vazio e sem sentido de Obama na sexta-feira após a saída de Mubarak, o que existe de fato é o cinismo da estupidez e da violência do conglomerado. Palavras ocas para fora e ordens de assassinato para dentro.

Um comentário:

  1. Em novembro do ano passado, foi atualizado o tema do WordPress utilizado pelo site do MinC, assim como seu layout. Nesse período, algumas páginas internas de secretarias e diretorias ficaram desconfiguradas. Foi o caso da seção dedicada ao tema Direito Autoral.
    Para corrigir tal problema, optamos por marcar como “rascunho” ou “privado” a maior parte do conteúdo, para, aos poucos, republicá-lo no novo formato. O trabalho ainda não foi concluído, o que faz com que alguns conteúdos, de várias secretarias e diretorias, não tenham sido novamente publicados.
    Foi o que aconteceu com os links aos quais se refere este blog, que nos alertou para o erro. Uma vez confirmado que os posts permaneciam privados, foram subidos outra vez (links originais).
    Cabe observar que não haveria sentido em retirar do ar textos relacionados a estes seminários, uma vez que a página do Fórum (que contempla informações sobre todos os eventos) continuava acessível, assim como todos os anais dos seminários e a transcrição de todas as falas neles realizadas.
    Daniel Merli
    Coordenador de Comunicação Social do MinC

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