sexta-feira, 15 de outubro de 2010

manifesto pro Dilma

Meus Caros, confiram o manifesto de poetas e escritores que apoiam a candidatura de Dilma Rousseff na página http://dilma13brasil.blogspot.com/ Estamos recolhendo assinaturas. Quem quiser incluir o seu nome, basta deixar um comentário no próprio blog ou responder a este e-mail, para que eu possa fazer a inclusão.

Abraços: Claudio Daniel

NAMaria desmascara Serra
Leia aqui: http://goytacity.blogspot.com/
e aqui http://www.viomundo.com.br/

Goytacá Boy


ando por são paulo meio araraquara
a pele índia do meu corpoconcha de sol da minha veia
em sua carne clara
juntei meu goitacá seu guarani
tupy or not tupy
não foi a língua que ouvi
na sua boca caiçara
para falar para lamber para lembrar
de sua língua arco íris litoral como colar de uiara
é que eu choro como a chuva curuminha
mineral da mais profunda lágrima que mãe chorara
para roçar para cumer para tocar
na sua pele urucun de carne osso
minha língua tara
sonha lamber do seu almoço
e ainda como um doido curuminha
a lamber o chão que restou da Guanabara

arturgomes
http://pelegrafia.blogspot.com/



SERRA CULTIVA A EXTREMA DIREITA E CAUSA INDIGNAÇÃO ENTRE INTELECTUAIS

"nunca imaginei que o Serra pudesse reunir em torno de sua candidatura tantas forças reacionárias" (Ricardo Carneiro, economista e professor da Unicamp, à Carta Maior)http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=6&post



O tucano José Serra tem amigos na academia. Tem, ou pelo menos tinha eleitores entre economistas desenvolvimentistas que o consideram 'afinado' com essa agenda. Seu trunfo era a propalada disposição de 'enquadrar o Banco Central', cujas taxas de juros, de fato exorbitantes, são alvo de um consenso crítico que interliga acadêmicos de diferentes cepas partidárias, inclusive petistas. O professor Ricardo Carneiro é um desses críticos, à esquerda.

Dilma, é sabido, opõe-se igualmente à condução da política monetária, mas por razões de coesão governamental prefere atuar internamente.

A professora Maria da Conceição Tavares adiciona a esse recorte mais uma diferença entre os dois candidatos . Conceição classifica Serra como 'um desenvolvimentista de boca'. Seu vínculo com essa corrente do pensamento brasileiro, no entender da economista, seria de recorte conservador. Serra é um adversário das causas sociais; um inimigo assumido dos sindicatos. Isso torna suas concepções de desenvolvimento distintas daquelas abraçadas por Lula e Dilma, sobretudo no segundo mandato. Mas é, também, o que o faz o candidato preferido de círculos empresariais mais conservadores.

A ênfase na recomposição dos salários, como se sabe, e a disseminação dos programas sociais que Serra e o PSDB desdenhavam até as eleições tiveram papel central na resistência na sustentação do crescimento brasileiro na crise mundial. O salário mínimo no governo Lula acumulou um reajuste real, acima da inflação, superior a 72%. Os ganhos reais dos salários este ano ultrapassam em até 5% o INPC.

Graças a investimentos que agregam ganhos crescentes de produtividade à indústria, os salários no Brasil tem avançado sistematicamente sem gerar tensões de custos. A obtusidade de sua visão social aliada ao menosprezo ideológico pelos impactos econômicos dessas políticas levou o 'eficiente gestor' José Serra a cometer um escandaloso erro de avaliação no início da crise, quando pontificou previsões apocalípticas para o país, ao contrário do que fez o Presidente da República [veja o vídeo com os vaticínios do tucano na excelente coluna de Marco Aurélio Weissheimer em Carta Maior].

Mas se alguns continuam a apostar na proficiência do gestor tucano dentro da academia, avulta nos últimos dias um mal-estar crescente provocado pelos indícios sucessivos de que a candidatura Serra foi empalmada, com aquiescência do candidato, pelo que há de mais obscurantista e reacionário na sociedade brasileira.

A manifestação do economista Ricardo Carneiro, professor da Unicamp, onde Serra tem amigos, é uma tradução política, "estritamente política, não pessoal", observa o professor a Carta Maior desse mal-estar latejante, que já rompeu a fronteira das manifestações de corredor.

Seus antecedentes são conhecidos. No dia 14 de setembro, o jornal o Estado de São Paulo publicou reportagem onde a esposa do candidato tucano, Monica Serra, pretendeu mudar o voto declarado de um evagélico em Dilma disparando a seguinte ameaça em tom de advertência: "Ela é a favor de matar as criancinhas!'. Dias depois, em reunião da cúpula do PSDB, em São Paulo, membros da TFP, Tradição, Família e Propriedade, circulavam com desenvoltura "pega e passa!" um manual de como denegrir a imagem de Dilma Rousseff com acusações habituais desfechadas por essa organização a qualquer referencia iluminista e progressista.

A análise dos resultados do 1º turno evidenciou que as duas iniciativas não refletiam um ponto fora da curva, mas , sim, uma endogamia induziada e indigesta entre política conservadora, calúnia e regressividade religiosa. Cultivada na superfície pela candidatura Marina sem o ingrediente da calúnia esse coquetel tornou-se o passaporte consciente de Serra para chegar ao 2º turno.

O que se assiste agora é a radicalização dessa sombra a demarcar claramente o campo da coalizão que impulsiona o ex-governador de SP em busca do voto do medo. Serra tem se esponjado alegremente nesse lamaçal de água benta falsificada e detritos históricos que ameaçam ressuscitar o que há de pior na política nacional. Os ataques ao Programa Nacional de Direitos Humanos que envergonham até tucanos históricos, como Paulo Sergio Pinheiro, consolidam seu nome como um assustador cavalo-de-Tróia de ressurgências que se revelaram brasa-dormida.

A gota d'água que talvez multiplique reações como a do professor Ricardo Carneiro foi a revelação recente de que uma das centrais de abastecimento dessa engrenagem é coordenada de Brasília por Nei Mohn, presidente da “Juventude Nazista” em 1968. [leia em Carta Maior:"Dilma é alvo de grupos de extrema-direita e neonazistas"

Iinformante do Cenimar, Mohn tem uma ficha corrida que não deixa dúvida quanto à especialidade de seus serviços, entre eles atentados a bomba, na década de 80, mas, sobretudo, a falsificação de informações para denegrir a reputação de religiosos que denunciavam torturas, assassinatos e desaparecimentos. Seu filho, o advogado Bruno Degrazia Möhn trabalha para um grande escritório de advocacia de Brasília contratado para prestar serviços a Daniel Dantas, cuja irmã foi sócia da filha de Serra em polêmica empresa de serviços.

O mesmo provedor que hospeda o site do candidato José Serra [Newssender/Locaweb Serviços de In ternet S/A] está integrado à rede de boatos contra Dilma, coordenada pelo assustador braço do ex-agente da Ceimar.

Evidências de que uma coalizão de direita e extrema-direita tomou de assalto a candidatura demotucana com o beneplácito de seus principais personagens, incluindo-se o candidato e a própria esposa, embaraçam amigos e conhecidos e explicam o mal-estar que tende a se espalhar na academia.

Sedimenta-se cada vez mais a percepção de que, no caso de Serra, mais uma vez, os fatos caminham à frente das idéias. Não importa o que o candidato 'desenvolvimentista' diz que pensa; não importa o que seus amigos pensam que ele pensa. Objetivamente, hoje, Serra é o estuário do que há de mais regressivo e ameaçador no leque de interesses econômicos e políticos da sociedade brasileira.



Vamos acompanhas os nosso companheiros GaúchosZilda


*Encontro de blogueiros e tuiteiros pró-Dilma

Atenção blogueiros,tuiteiros, orkuteiros, facebookeros e similares interessados em ajudar DilmaRousseff a ser a próxima presidente da República. Todos estão convidadospara uma importante reunião nesta sexta-feira (15), a partir das 18 horas,no auditório do Comitê da Campanha de Tarso Genro (Barros Cassal, 68, PortoAlegre).

Como já é de amplo conhecimento, os primeiros dias da campanha dosegundo turno deixaram claro que a candidatura de José Serra abraçou uma agenda fascista e fundamentalista de extrema-direita que ameaça ademocracia, a liberdade e os direitos civis. A reunião terá dois pontos centrais: tratará da intensificação da mobilização, na internet e fora dela, para as duas semanas finais da campanha, e debaterá o atual momento políticoda campanha, tarefa que estará a cargo de Flavio Koutzii.

Quem puder ir,apareça. A campanha está entrando em uma fase decisiva.



Eu faço visitas nas escolas estaduais de São Paulo na grande região de Campinas, e nunca vi 02 professores em sala de aula.Isso é conversa para boi dormir.
Mais uma mentira.


Abraços
Raul Passos

Dois professores na sala de aula, propaganda enganosa do governo paulista”

Vendo hoje o programa eleitoral do candidato tucano me deparei com uma história "bonita" de 2 professores em sala de aula.

Lembrei da mãe de um aluno que disse que em São Paulo teria clínicas de recuperação para dependentes de crack (segundo o candidato tucano para 300 dependentes, 299 mil e 700 dependentes continuam nas cracolândias), ela teria visto isto em programa de televisão.

Qual a ligação das clínicas de recuperação e os dois professores em sala de aula? Os 2 só existem efetivamente na TV.

As pessoas dos outros Estados saberão do candidato tucano por onde? Pela TV, no programa eleitoral.

Se essas mentiras não forem para TV na hora do programa eleitoral de Dilma Rousseff, as mães da escola onde trabalho, no Estado do Rio de Janeiro, acreditarão não só na clínicas de recuperação, como nos 2 professores em sala de aula, porque infelizmente a internet é só para minoria, muitas e muitas mães cariocas e fluminenses não terão o privilégio de ler o artigo da

Conceição Lemes
que posto abaixo.

http://mariadapenhaneles.blogspot.com/


A rede de ensino pública do Estado de São Paulo tem mais 5 mil escolas, 240 mil professores e 5 milhões de alunos.Veja este comercial. É de 2009, quando José Serra (PSDB) era governador. O tema dois professores na sala de aula é um dos principais “pontos de venda”.
.
O assunto é abordado rapidamente também neste recente anúncio do governo paulista.
Gostaria que o esquema dos dois professores fosse implantado na escola de seus filhos, sobrinhos ou netos? E que fosse disseminado por todo o Brasil?

“Pois a história dos dois professores na sala de aula é mentira ”, denuncia o professor Fábio Moraes. “É para iludir a população dos outros estados, pois os pais, os alunos e os professores de São Paulo já sabem que é um engodo. Eu desafio o ex-governador José Serra a mostrar uma única sala de aula na rede pública estadual onde existam dois professores. Nunca houve isso.”

Fábio Moraes é secretário do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). Nessa condição, percorre continuamente toda a rede pública. O esquema propagandeado dos dois professores seria para crianças aprendendo a ler e a escrever, ou seja, nas classes do atual segundo ano do primeiro grau (antigo primeiro ano primário).
Fábio explica por que considera a propaganda enganosa:

1º) O que existe em algumas salas é a presença de um professor e de um estagiário, que não é professor formado.

2º) Os estagiários são remanescentes do Projeto Escola da Família, do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que José Serra reduziu drasticamente. Por esse projeto, as escolas eram abertas nos fins de semana para a comunidade, e os estagiários atuavam como monitores. Serra alocou então parte dos estagiários do Escola da Família no Projeto Dois professores na sala de aula.

3º) Desde 1998, há crescente municipalização do ensino das primeiras séries do primeiro grau, justamente quando as crianças aprendem a ler e a escrever. O governo do Estado foi transferindo pouco a pouco essa responsabilidade para as prefeituras. Assim, hoje são poucas escolas da rede pública estadual que atuam na alfabetização. A maior parte das classes dos primeiros anos está nas mãos das prefeituras e não do Estado, como a propaganda do governo estadual pode levar muitas pessoas a acreditar.

4º) Além disso, o governo estadual coloca até 40 alunos numa sala. Mesmo que fossem dois professores de verdade em classe, do ponto de vista pedagógico é inadequado. Já está comprovado que o ideal, para a aprendizagem, são salas de 20 alunos. Por que não organizar salas de 20 alunos com um professor em cada uma? Pedagogicamente traria mais ganhos aos alunos.

“Não somos contra os estagiários, que são vítimas também desse processo”, salienta Fábio . “A questão é a propaganda enganosa. É só marketing. Os maiores interessados – alunos, pais, professores e os próprios estagiários – não foram ouvidos, para mostrar aos governantes de plantão o que realmente é necessário para melhorar o sofrível padrão de ensino no Estado de São Paulo.”

O Viomundo consultou a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo sobre os dois professores na sala de aula. A assessoria de imprensa respondeu por e-mail:

O segundo professor será disponibilizado em classes do 2º ano do Ensino Fundamental (antiga 1ª série no ensino de 8 anos). Temos 97 instituições de ensino superior inscritas, porém até o momento foram firmados apenas 3 convênios, que totalizam 1.235 classes/alunos-pesquisadores. Os demais convênios estão em fase de finalização. Em todo Estado, são cerca de 6 mil classes, sendo em torno de 4 mil na capital e Grande São Paulo e 2 mil no interior.

Solicitamos mais detalhes, inclusive em quantas e quais escolas o projeto está implantado. A assessoria, também por e-mail, respondeu:

Temos cerca de 6 mil classes em todo Estado que contam com o segundo professor previsto no Programa Ler e Escrever. Porém o convênio com instituições de ensino superior dentro do Programa é firmado anualmente. Os convênios para 2010 se encontram em fase de conclusão.

O segundo professor são estudantes dos cursos de Pedagogia ou de Letras, como consta no histórico do Projeto Ler e Escrever.

Geralmente são chamados de estagiários. Mas oficialmente são denominados alunos pesquisadores.

Nada contra os estagiários, insistimos. É importante que eles tenham a oportunidade de aprender com os professores já formados. Mas por que o governo paulista não diz que são estagiários ou alunos pesquisadores em vez de apresentá-los como se fossem professores?

A assessoria de imprensa da Secretaria de Educação adota o mesmo discurso . Tal qual o anúncio, usa sistematicamente a expressão dois professores na sala de aula.
Não à toa Fábio Moraes arremata: “É só mais um dos ‘reinos’ do faz de conta do ex-governador José Serra e seus tucanos”.

Azenha - Vi o mundo - 30.04.2010

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