sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Movimento dos Sem Mídia




Increva-se aqui http://rioblogprog.blogspot.com/
e junte-se a nós na luta pelo PNBL Plano Nacional de Banda Larga


A lavra da palavra quero
quando for pluma
mesmo sendo espora
felicidade uma palavra
onde a lavra explora
se é saudade dói mas não demora
e sendo fauna linda como a flora
lua Luanda vem não vá embora
se for poema fogo do desejo
quando for beijo que seja como agora


arturgomes
vídeo.poesia

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Guerra Santa em Busca de Fiíes para Alcançar o Poder


Negritei e sublinhei uma frase - acho importante ressaltar a covardia anônima dos que fazem essa campanha de mentiras contra a candidata Dilma, ao contrário dos que votam em Dilma, que sempre assinam o que escrevem. Alyda

By Laerte Braga

A posição de determinados setores da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) prestando-se a uso eleitoral pelos setores da extrema-direita brasileira (José Arruda Serra) é lamentável, ainda mais numa igreja falida moralmente pela corrupção e pelos crimes de pedofilia acobertados pelo Vaticano. A cúpula da Igreja Católica Romana pratica hoje o mais deslavado fascismo, desde João Paulo II.

Um cardeal, Marcinkus, chegou a ter que ficar escondido no Vaticano, pois tinha ordem de prisão preventiva por fraude financeira (crimes do colarinho branco) pela justiça italiana. Há cerca de duas semanas o principal diretor do Banco do Vaticano foi implicado em um processo de lavagem de dinheiro. Era chamado de “banqueiro santo”, como se isso fosse ou seja possível.

Desde a ascensão da OPUS DEI ao comando do Vaticano a igreja inclinou-se para o fascismo. O bispo (já falecido) Juvenal Roriz, irmão de Joaquim Roriz, só não vendeu a catedral metropolitana da arquidiocese de Juiz de Fora, MG, por conta da reação de religiosos e fiéis sérios e responsáveis. Fatos como esse e outros são corriqueiros num papado em que o sumo pontífice é oriundo da juventude nazista.

Fé é um direito inalienável das pessoas. É direito individual. Tem que ser respeitado. Há que haver coerência entre o discurso e a prática. O uso de fiéis para fins eleitorais se não viola o caráter laico do Estado brasileiro, é uma prática abusiva e inconseqüente de líderes religiosos ligados a crimes os mais perversos, como pedofilia.

Qual diferença existe entre a posição de José Arruda Serra e Dilma Roussef em relação ao aborto? Não existe nenhuma. Existe chantagem eleitoral de bispos comprometidos com o poder político das elites econômicas do País. Busca manter intocado um feudo escorado em idéias medievais, mas ávido, por isso mesmo, de poder.

Entre as razões do crescimento das seitas neopentecostais no Brasil, a principal delas é a falência da Igreja Católica Romana em sua opção preferencial pelos ricos, pelo poder. Já não se fazem mais bispos como Casaldáliga, ou D. Hélder Câmara. Nem sacerdotes como Joseph Comblin, ou Leonardo Boff (vítima da inquisição branca de João Paulo II).

Freis capazes de dar a vida pelo ideal, como o fez frei Tito à época da ditadura militar. A psiquiatra Maria Rita Kehl escrevia artigos para o jornal ESTADO DE SÃO PAULO. Medieval, ligado a OPUS DEI e que acredita que a escravidão ainda vige no Brasil. Maria Rita escreveu um artigo tratando da “desqualificação” do voto dos pobres. Foi demitida por defender opinião que não agradou aos donos do jornal. Pedem liberdade de expressão e censuram a liberdade de expressão que não seja a definida por eles em função de interesses de grupos.

A entrevista de Maria Rita pode ser lida no Portal Terra em Maria Rita Kehl: "Fui demitida por um 'delito' de opinião"

Há uma diferença fundamental entre essa crítica sórdida feita à candidata Dilma Roussef e aquela feita ao candidato José Arruda Serra. As caixas de mails de milhões de brasileiros estão sendo invadidas por uma batelada de bobagens anônimas, escondidas atrás do mail “bob star” e outros. Não têm a coragem de assumir as mentiras. Chegam dissimulados através de pseudônimos.

O contrário vem acontecendo com os críticos de Arruda Serra e sua quadrilha. Assinam suas críticas, assinam suas denúncias. Quem se dispuser a dar uma olhada no site Quem se omite, permite! vai encontrar lá, com todos os documentos necessários, o pedido de anistia de José Arruda Serra. Em dez dias o candidato estava de posse de tudo o que requereu. Vai perceber o tráfico de influência de um político destituído de princípios e dignidade, mas tão somente ávido de poder para acabar o processo de venda do Brasil a grupos estrangeiros.

As denúncias e os fatos são claros. Não há necessidade de pedir ao bispo, pois são raros os bispos comprometidos hoje com o mínimo de dignidade e compostura. Com respeito aos fiéis. A Igreja Católica não pode pretender o monopólio da verdade. Fé é uma questão de foro íntimo e centenas de milhares de fiéis se assustam e migram para outras igrejas pela falência moral do Vaticano e seus tentáculos espalhados pelo mundo.

É eleição ou guerra santa? O cidadão tem o direito de ter sua opinião, ou tem que ter a opinião do bispo e da mídia privada? As mentiras de FOLHA DE SÃO PAULO. A prática brutal do ESTADO DE SÃO PAULO. O cinismo da REDE GLOBO, império construído durante a ditadura militar. A revoltante postura de determinados bispos e cardeais abrigados no terrorismo da OPUS DEI, ou da TFP (Tradição, Família e Propriedade), uma organização montada por um doente mental.

É difícil discutir questões como aborto, como foi difícil discutir o divórcio diante da intransigência da cúpula católica. Não existe ninguém de sã consciência contra a vida. Ou, talvez alguns líderes católicos voltados para lavagem de dinheiro e pedofilia. Existem bispos corruptos e comprometidos com o que há de mais perverso na sociedade brasileira, ludibriando e enganando milhões de católicos em favor de interesses desprezíveis e que não têm nada a ver com os do Brasil. São os eternos vendilhões do templo.

O risco de transformar a escolha do futuro presidente da República numa guerra santa mergulha o País no sombrio terreno do fundamentalismo religioso. Presta-se a um candidato sem qualquer escrúpulo, venal e corrupto como José Arruda Serra, cuja carreira política se faz exatamente na mentira e na podridão que caracterizam tucanos e DEM. Da mesma forma a Constituição e o bom senso entendem que fé é um direito legítimo e questão de foro íntimo, a CNBB tem a obrigação de respeitar posições contrárias e postar-se com o mínimo de dignidade. Do contrário vai acabar um amontoado de bispos e cardeais senis carregando os estandartes de tempos obscuros em prejuízo do Brasil e de brasileiros.

Como se já não bastasse Bento VXI e sua hipocrisia diante dos vários crimes cometidos pelo Vaticano. Que tal se Marcelo Rossi e sua cínica "bondade" distribuísse sua coleção de carros antigos aos pobres do Brasil? Está lá. "Vai, dá o que tens, volta e segue-me"

fonte: http://redecastorphoto.blogspot.com/



Maria Rita Kehl: Os bastidores de sua demissão pelo Estadão

por Conceição Lemes

Maria Rita Kehl é psicanalista, ensaísta e cronista. Tem seis livros publicados. O mais recente, O Tempo e o Cão, foi lançado em 2009, pela Boitempo. Nele, aborda o significado da depressão como sintoma psíquico da sociedade contemporânea.

Formada em psicologia pela USP, durante muitos anos se dedicou exclusivamente ao jornalismo cultural. Foi editora do Movimento jornal que, ao lado do Opinião e d’O Pasquim, foi um dos mais importantes órgãos da imprensa alternativa durante o regime militar. Participou também da fundação do jornal Em Tempo e escreveu como freelancer para veículos, como Veja, Isto É e Folha de S. Paulo.

Em 1979, Maria Rita decidiu fazer mestrado em psicologia social. Sua tese: O Papel da Rede Globo e das Novelas da Globo em Domesticar o Brasil Durante a Ditadura Militar.

Em 1981, começou a atender pacientes — e nunca mais parou. Em 1997, doutorou-se em psicanálise pela PUC-SP com uma pesquisa que resultou no livro Deslocamentos do FemininoA Mulher Freudiana na Passagem para a Modernidade (Imago, 1998).

Nos últimos oito meses, manteve uma coluna quinzenal no Caderno 2, em O Estado de S. Paulo. Nessa quarta-feira, ela foi demitida depois de ter escrito o artigo Dois Pesos, publicado no último sábado (2), onde abordou a “desqualificação” dos votos dos pobres.

Em entrevista na manhã de quinta-feira (7) a Bob Fernandes, da Terra Magazine, ela denunciou.– Fui demitida pelo jornal o Estado de S. Paulo pelo que consideraram um “delito” de opinião (…)

Como é que um jornal que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém só porque a opinião da pessoa é diferente da sua?

Ricardo Gandour, diretor do Estadão, deu entrevista mais tarde ao Terra Magazine, dizendo que não houve censura

Em entrevista ao Viomundo, Maria Rita detalha os bastidores.

Viomundo – Na terça-feira, começou a circular na internet boatos de sua demissão. Antes, em algum momento, você foi alertada sobre “problemas” com os seus textos?

Maria Rita Kehl – Nunca. Foi o que eu argumentei com a editora do Caderno 2, que me convidou para escrever a coluna. Na verdade, ela me chamou para escrever sobre psicanálise. Argumentei que só sobre psicanálise conflitava com o meu consultório. De vez em quando, disse-lhe, poderia escrever sobre o tema, mas eu gostaria mesmo era de escrever sobre tudo, inclusive política, assunto que me interessa muito. Ela aceitou.

Viomundo – Essa conversa foi…?

Maria Rita Kehl – No final do ano passado, mas eu só comecei a escrever em fevereiro deste ano. Aí, fui escrevendo. Cada vez mais sobre política, pois ficando cada vez mais apaixonante. Eu já fui jornalista, tenho uma cabeça muito política também…Após cada artigo, eu sempre perguntava: “E, aí, tudo bem?” Ela: “Tudo bem”.

Desta vez foi engraçado porque eu perguntei: “Tudo bem? Será que eles não vão pedir a minha cabeça?”. A resposta que veio: “Não vão, pode ficar tranqüila.” Eu fiquei. Imagino que a editora não iria me enganar…

Viomundo – Quando soube dos “problemas” com os seus artigos?

Maria Rita Kehl – Na terça [5 de outubro]. Recebi um telefonema muito constrangido de que a coisa tinha ficado muito feia….cartas de leitores estavam reclamando muito da minha presença no jornal…. tinha gente do Conselho Editorial muito enfurecida… a situação estava muito difícil. Ela lembrou de que a ideia inicial era que eu escrevesse sobre psicanálise… “Bem, posso tentar escrever mais sobre psicanálise… Mas nunca mais escrever sobre política, isso não, isso eu não aceito”. Até porque o período em que o tema é mais polêmico é agora, depois relaxa… Ela disse que iria conversar novamente com o Gandour [Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estadão], que eu não conheço pessoalmente.

Aí, aconteceu uma coisa que eu não sei explicar, é um mistério. Mas acho que partiu de dentro do jornal, de alguém que ouviu essa conversa. Uma hora depois já tinha gente me ligando, para saber se eu tinha sido demitida.

Viomundo – O que a leva a suspeitar de que alguém do Estadão tenha passado a informação adiante?

Maria Rita Kehl — Foi um detalhe da nossa conversa [entre a editora e Maria Rita]. Só alguém de dentro do jornal, que tinha ouvido a editora conversar comigo, tinha a informação… Tanto que o boato foi de que eu “estava proibida de escrever sobre política, só poderia escrever sobre psicanálise”.

Viomundo – Você pensou em divulgar?

Maria Rita Kehl – Eu não tinha nenhum interesse em começar a divulgar, enquanto não tivesse a resposta. Eu não poderia criar um escândalo sem antes conhecê-la.

Acredito que ficou para eles [direção do jornal] a impressão de que fui eu que fiz toda a movimentação na internet. Até quis tornar público. Não fiz. E não porque sou boazinha. É porque não tinha nenhum interesse em divulgar antes de ter a resposta final do jornal.

Nessa quarta [6], depois da reunião que a editora teve com o Gandour, veio a resposta. Gandour disse que por conta da repercussão, a minha posição havia ficado insustentável, intolerável.

Viomundo – A repercussão na rede da sua demissão foi apenas pretexto…

Maria Rita Kehl – É, a coisa já não estava boa. E por ter tido muita repercussão, ficou, segundo o jornal, insustentável. É como se eu tivesse organizado uma passeata petista na frente da redação com bandeiras vermelhas, com ameaça de exigências.

A minha demissão virou top10 do twitter. Eu não esperava. Fiquei atônita. Virou um acontecimento. A minha coluna era quinzenal… Eu não sou Jânio de Freitas nem nada…

O fato é que virou um acontecimento na internet com muitas acusações contra o Estadão.

Viomundo – O seu trabalho foi censurado, concorda?

Maria Rita Kehl – A palavra censura não é boa. No meu conceito, censura seria você não poder escrever sobre isso ou aquilo, corta uma linha aqui, outra ali… O que o meu caso demonstrou é que o jornal não permite uma visão diferente da do jornal nas suas páginas. É isso. Essa é dita imprensa liberal.

As grandes empresas que controlam a informação no país estão nas mãos de poucas famílias… Teoricamente seriam imparciais, dando voz ao outro lado, só que elas têm um posicionamento muito claro de que não são imparciais. Veja o meu caso. O meu artigo é assinado, não estou falando pelo jornal. Mas nem isso cabe.

Viomundo – Na verdade, os grandes veículos se dizem imparciais, alardeiam isso para a sociedade, só que a prática é oposta…

Maria Rita Kehl — Eu acho honesto que o jornal assuma uma posição. É pior dizer que é imparcial e dar a notícia só com um lado. Isso confunde muito mais o leitor.

É pena que não tenha gente com dinheiro suficiente para apoiar outros candidatos. …Um grande jornal que apóie a Dilma, um grande jornal que apóie a Marina, um grande jornal que apóie o Plínio…

Na verdade, todos os jornais estão apoiando o mesmo candidato. Esse é o problema da política brasileira, da burguesia brasileira, da concentração do dinheiro na sociedade brasileira… Os donos dos jornais são parciais, mesmo… Ninguém é imparcial. Mas, para que os leitores sejam adequadamente informados e se posicionem, é fundamental ter o outro lado. Infelizmente, o que os donos dos jornais revelam é que não cabe voz a outra posição, nem mesmo em artigos assinados. Que liberdade de expressão é esta?



Tucanos acertam com evangélicos estratégia para difundir Serra entre os fiéis

By Joylce Dominguez to 3setor

TÁTICA DO MEDO'

Escalado pelo presidenciável José Serra (PSDB) para articular apoios entre o eleitorado evangélico, o deputado federal e candidato a vice, Indio da Costa (DEM-RJ), reuniu-se nesta quinta-feira com líderes religiosos para acertar o discurso a ser difundido por igrejas em vários estados, em favor do candidato tucano. Cerca de 30 pastores deixaram o encontro no comitê da campanha, em São Paulo, com o compromisso de realizar reuniões em suas congregações, que visam a associar a presidenciável Dilma Rousseff (PT) a valores condenados pela igreja, além de recomendar o voto no tucano neste segundo turno.

Além de conquistar o eleitor que votou na candidata derrotada Marina Silva (PV), seguidora da Assembleia de Deus, há uma avaliação na campanha tucana de que Dilma obteve no primeiro turno um apoio expressivo dos evangélicos.

Existem muitos católicos e evangélicos que votaram na outra candidata e ainda não perceberam o risco que correm. Conseguimos uma virada no primeiro turno e não queremos que essa onda cristã seja interrompida. Existem muitos católicos e evangélicos que votaram na outra candidata e ainda não perceberam o risco que correm. Vamos alcançar agora esse eleitorado que está com ela - afirmou o deputado Arolde de Oliveira (DEM-RJ), que participou da reuniãoconvocada por Indio e é um dos colaboradores de Serra na cruzada pelo voto dos cristãos.

A ideia é convencer os fiéis de que, com Dilma, o PNDH-3 será aprovado no Congresso e, com isso, questões como o aborto e direitos reivindicados pela comunidade gay serão legitimados.- Temos que alertar as pessoas que votaram nela sobre os riscos que o programa de governo do PT representa para a liberdade de expressão. Ela já conseguiu maioria no Congresso nesta eleição e vai aprovar no ano que vem, se eleita, todas essas questões. O único jeito de impedirmos é agora no segundo turno. Temos que dizer isso para quem ainda não entendeu - disse Oliveira.

O PNDH-3, elaborado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defende, entre outras questões, a união civil estável entre homossexuais e descriminalização do aborto.

Participaram do encontro na capital paulista representantes de setores mais tradicionais, como a Igreja Batista e da Assembleia de Deus, e também de igrejas consideradas menos rigorosas, como a Bola de Neve, fundada por um surfista e frequentada por celebridades. A mulher de Serra, Monica, também acompanhou Indio no encontro. O candidato a vice foi procurado pela reportagem nos dois últimos dias para falar sobre a reunião, mas não retornou.


Tribuna do Ódio

flávio braga prieto da silva to 3setor


A Internet, debaixo da enxurrada de e-mails antipetistas, transformou-senuma verdadeira tribuna do ódio. Não se discutemais política: discute-se se Dilma é ou não terrorista e lésbica, se o Lula é analfabeto ou burro, se os eleitores do PT são ou não ignorantes, se Lula bebe muita cachaça, se a decisão de fazer aborto é ou não cristã, se ser cristão é ou não relevante para se exercer um cargopúblico, se liberar a maconha é errado, se união de gays é pecado ...

O ódio, como se vê, é dirigido a todos: aos cachaceiros, aos gays, àslésbicas, aos analfabetos, aos que abortam e aos que não são cristãos, além de, é claro, aos militantes políticos que lutaram contra a ditadura que durou vinte anos no Brasil. Na verdade, o discurso contra Lula e Dilma tenta atingir todas as minorias,colocando os grupos majoritários contra elas. Comos estratos mais numerosos, são cuidadosos - mas assim mesmo, não conseguem ocultar a sua dissimulação, plantando e-mails que indisponham outros setores ainda não mobilizados da população contra a candidata petista.

Diferentemente da grande mídia, onde se 'descobrem' trinta escândalos semanas antes das eleições, a ladainha da rede é por um lado mais enfadonha, por outro, mais criativa: além das mensagens alarmistas postadas via e-mail e nos blogs, inventando factóides que nem precisam de algum dado empírico para se comprovar (Dilma é má, é autoritária, tem raiva dos funcionários públicos, vai passar a perna no Lula (!) ), há as charges insultuosas, as apresentações de slides apocalípticas, falsas profecias e crises futuras gravíssimas - não sei se rio ou se choro, não sei se explodo de indignação ou em gargalhadas!

Acho que o Brasil é melhor que isso, melhor que as campanhas difamatórias tanto dos grandes meios como dos alternativos. Acho que os brasileiros não são tão idiotas como os pintam, ou como supõem que sejam ao apresentar-lhes campanhas tão sórdidas e vazias. Acho que os brasileiros estão mais preocupados com seu país e em manter a estabilidade conseguida e, se possível, continuar melhorando sempre. Eu, pelo menos, não me vejo discutindo o direito das pessoas serem como são ou fazerem o que gostam como 'importante tema eleitoral', enquanto pessoas ainda morrem de fome e dependem de políticas apropriadas para terem sua cidadania resgatada.

Saudações petistas

Flávio Prieto



Comissão de Justiça e Paz condena grupos que, em nome da fé cristã e da CNBB, induzem fiéis contra Dilma


A Comissão Brasileira Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulgou ontem uma nota pública em que condena o uso da fé cristã no processo eleitoral. A publicação do documento sucede a ampla divulgação de acusações contra a candidata Dilma Rousseff (PT).

“Muitos grupos, em nome da fé cristã, têm criado dificuldades para o voto livre e consciente”, afirma a nota em que é criticada também uma manifestação da Regional Sul 1 da CNBB, que não recomendou o voto em Dilma. O comando nacional da CNBB condenou o texto da regional e ressaltou que ele não representa o pensamento da entidade.

“Continua sendo instrumentalizada eleitoralmente a nota da presidência da Regional Sul 1 da CNBB, fato que consideramos lamentável, porque tem levado muitos católicos a se afastarem de nossas comunidades e paróquias”, denuncia a Comissão Brasileira de Justiça e Paz.
É o seguinte, na íntegra, o pronunciamento da CBJP:
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Nota da Comissão Brasileira Justiça e Paz
O MOMENTO POLÍTICO E A RELIGIÃO


“Amor e Verdade se encontrarão. Justiça e Paz se abraçarão” (Salmo 85)
“A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) está preocupada com o momento político na sua relação com a religião. Muitos grupos, em nome da fé cristã, têm criado dificuldades para o voto livre e consciente. Desconsideram a manifestação da presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil de 16 de setembro, “Na proximidade das eleições”, quando reiterou a posição da 48ª Assembléia Geral da entidade, realizada neste ano em Brasília. Esses grupos continuaram, inclusive, usando o nome da CNBB, induzindo erroneamente os fiéis a acreditarem que ela tivesse imposto veto a candidatos nestas eleições.

Continua sendo instrumentalizada eleitoralmente a nota da presidência do Regional Sul 1 da CNBB, fato que consideramos lamentável, porque tem levado muitos católicos a se afastarem de nossas comunidades e paróquias.

Constrangem nossa consciência cidadã, como cristãos, atos, gestos e discursos que ferem a maturidade da democracia, desrespeitam o direito de livre decisão, confundindo os cristãos e comprometendo a comunhão eclesial.

Os eleitores têm o direito de optar pela candidatura à Presidência da República que sua consciência lhe indicar, como livre escolha, tendo como referencial valores éticos e os princípios da Doutrina Social da Igreja, como promoção e defesa da dignidade da pessoa humana, com a inclusão social de todos os cidadãos e cidadãs, principalmente dos empobrecidos.

Nesse sentido, a CBJP, em parceria com outras entidades, realizou debate, transmitido por emissoras de inspiração cristã, entre as candidaturas à Presidência da Republica no intento de refletir os desafios postos ao Brasil na perspectiva de favorecer o voto consciente e livre. Igualmente, co-patrocinou um subsídio para formação da cidadania, sob o título: “Eleições 2010: chão e horizonte”.

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, nesse tempo de inquietudes, reafirma os valores e princípios que norteiam seus passos e a herança de pessoas como Dom Helder Câmara, Dom Luciano Mendes, Margarida Alves, Madre Cristina, Tristão de Athayde, Ir. Dorothy, entre tantos outros. Estes, motivados pela fé, defenderam a liberdade, quando vigorava o arbítrio; a defesa e o anúncio da liberdade de expressão, em tempos de censura; a anistia, ampla, geral e irrestrita, quando havia exílios; a defesa da dignidade da pessoa humana, quando se trucidavam e aviltavam pessoas.

Compartilhamos a alegria da luz, em meio a sombras, com os frutos da Lei da Ficha Limpa como aprimoramento da democracia. Esta Lei de Iniciativa Popular uniu a sociedade e sintonizou toda a igreja com os reclamos de uma política a serviço do bem comum e o zelo pela justiça e paz.

Brasília, 06 de Outubro de 2010.
Comissão Brasileira Justiça e Paz,
Organismo da CNBB”

De: http://www.brasiliaconfidencial.inf.br/



*Em nome da verdade.

Campanha de Dilma cria central oficial contra boataria*

*O endereço oficial na internet da campanha de Dilma Rousseff, criou uma central onde qualquer pessoa pode conferir se um boato recebido por email ou de outra forma sobre ela é verdade ou é mentira.

* *O endereço é esse: http://www.dilma13.com.br/verdades

* *Se você ficar sabendo de outros boatos, denuncie lá no botão contato, ou naárea de comentários.

* *Cada um precisa fazer sua parte

* *Denunciar na central oficial também é importante. Mas não se limite a isso,esperando que os outros façam tudo. Nossa maior força não é a militânciapopular, é cada cidadão exercer seu papel de garantir nossa cidadania.

* *Se receber email de pessoas conhecidas contendo mentiras, responda com averdade, com seriedade e educação. A melhor forma de convencer algum amigode boa vontade, mas que esteja mal-informado, é com seriedade e educação.

* *Faça mesmo fora do mundo virtual, nas conversas pessoais.
* *Se receber um email que contém crime, denuncie. Atribuir a uma pessoa crimeque a pessoa não cometeu, é crime de quem acusa. Em caso de candidatos àseleições, é agravante, por que a ofensa não é apenas pessoal, masperturbação à ordem democrática, sujeitando os criminosos a penalidades comoformação de quadrilha, alarmismo, etc.

* *Denuncie na polícia federal
:* *http://www.safernet.org.br/site/
* *E ao Ministério Público Eleitoral (É crime divulgar mentiras sobre candidatos ou partidos para influenciar o eleitor):
* *email: pge@pgr.mpf.gov.br*

*O email é prova material do crime. Basta reencaminhar.

* *Quem souber como mostrar o código original da mensagem (com o ip de origem), envie estas informações também.
* *Prefira fazer denúncias identificadas do que anônimas.

* *Atenção:

* *Se receber um email anônimo ou vindo de lista de spam, fazendo campanha positiva ou negativa, contendo crime ou não, denuncie ao Ministério Público Eleitoral.

* *1) E-mails de pessoa física que expressam apenas opinião ou narram fatos verdadeiros não é crime, não devem ser denunciado para não atrapalhar as investigações sobre os verdadeiros criminosos.

* *2) Qualquer e-mail contendo mentiras para convencer o eleitor é crime eleitoral, e deve ser denunciado ao PGE.

* *3) E-mails em massa vindo de sistemas empresariais, independente de ser opinião ou não, seja para fazer campanha negativa ou positiva, quase sempre é crime eleitoral (conforme os Art. 57-C, Art. 57-D eArt. 57-E da Lei Nº 12.034/2009).*

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