sexta-feira, 31 de julho de 2009

Hoje no Sesc Campos

Cineclube Sesc:
Programadora Brasil Baile Perfumado

Hoje, 04/08, às 19h no Sesc Campos
Cinebiografia do libanês Benjamim Abrahão, o único a filmar Lampião e seu bando. O filme mostra desde a morte do Padre Cícero até a morte de Lampião e enfoca o aburguesamento do cangaço e a modernização do Sertão.

Ficha de Informações do Filme
Título: Baile Perfumado
Duração: 93 min e 0 seg.
Ano: 1998 Cidade: UF(s): PE
País: Brasil
Gênero: Ficção
Subgênero: Suspense
Cor: Colorido/PB

Ficha Técnica
Direção: Lírio Ferreira e Paulo Caldas
Roteiro: Paulo Caldas, Lírio Ferreira e Hilton Laverda
Elenco: Duda Mamberti, Luís Carlos Vasconcelos, Aramis Trindade, Chico Diaz, Jofre Soares, Cláudio Mamberti
Empresa(s) Co-produtora(s): Raccord Produções Artísticas
Produção Executiva: Paulo Caldas, Germano Coelho Filho, Lírio Ferreira, Marcelo Pinheiro e Aramis Trindade
Direção Fotografia: Paulo Jacinto dos Reis
Montagem/Edição: Vânia Debs
Direção de Arte: Adão Pinheiro
Técnico de Som Direto: Vírgina Flores, Cesar Migliorin e Fernando Ariani T
Direção Musical: Chico Science e Fred Zero Quatro, Sergio Siba Veloso, Lucio Maia e Paulo Rafael.
Cineclube Sesc: Programadora Brasil
Toda terça-feira, no Sesc Campos, às 19h



TROPOFONIA
Belo Horizonte
...um laboratório de sons e palavras...

0 Alejandra Pizarnik
2
FernandoAguiar
3
LeoMasliah
4
AffonsoAvila
5
AlbertoPimenta
6
ArthurRimbaud
7
JoaquimPalmeira

8
OliverioGirondo
9
EdgarPoe
10
MarioBenedetti
11
JoseTeixeira
12
Wiltod Gombrowicz
13
FerreiraGullar
14
AlfredHitchcock
15
Antonin Artaud
16
Samuel Beckett
17
JerzyGrotowski

03/08 Franz Kafka

adaptacão radiofónica de “La Metamorfosis”Entrevista com Ovídia Ribeiro
segunda-feira às 23h
Rádio UFMG Educativa 104,5. Ouça aqui

10/08 Jorge Melicias

17/08 Jean-Jacques Rousseau

24/08 Zafra Nova
Leonardo de Magalhaens (brasil)
Golgona Anghel (rumania)
Leandro Llul (argentina)

31/08 Safra Nueva
Guillermo de Posfay (argentina)
João Miguel Henriques (portugal)
Reina Lissette Ramirez (rep. dominicana)


MoMofónicos
LaiaWilmarSebastián

RADIO – ARTE – SONIDOS – PALABRAS – SILENCIOS – AUTORES

TROPOFONIA
UN LUGAR, UN NO LUGAR, UNA EXPERIENCIA DEL LENGUAJE
http://www.tropofonia.com.ar/

Premio SESC de Literatura 2009

Já divulgamos o SESC de literatura 2009, mas não custa relembrar. :)

Revelar novos talentos e promover a literatura nacional são propósitos do Prêmio SESC de Literatura. Lançado pelo SESC em 2003, o concurso identifica escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional. Além da divulgação das obras, o Prêmio SESC também abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados pela editora Record e distribuídos para toda a rede de bibliotecas e salas de leitura do SESC e SENAC em todo o país. Mais do que oferecer uma oportunidade a novos escritores, o Prêmio SESC de Literatura cumpre um importante papel na área de cultura, proporcionando uma renovação no panorama editorial brasileiro.

PARTICIPE

Aos autores iniciantes, que ainda não tiveram chance de mostrar ao público suas idéias e sua criação, este é o caminho. As inscrições para o Prêmio SESC de Literatura são gratuitas e aceitas em todo o Brasil. Basta procurar a unidade mais próxima do SESC na sua cidade. Cada concorrente pode participar com uma obra, nas categorias conto e romance. O vencedor terá seu livro publicado e distribuído pela editora Record. Participe! Esta pode ser a chance de sua obra chegar às principais livrarias do país. Confira as regras do concurso no edital.

REGULAMENTO
I - APRESENTAÇÃO

O PRÊMIO SESC DE LITERATURA 2009 é promovido pelo SESC – Serviço Social do Comércio, e objetiva premiar textos inéditos, escritos em língua portuguesa, por autores brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil, nas categorias literárias CONTO e ROMANCE.

II - INSCRIÇÃO

1
Cada concorrente poderá participar com apenas uma obra em cada categoria. Caso participe em ambas categorias, as inscrições deverão ser enviadas separadamente, com pseudônimos distintos.

2
O(s) texto(s) inscrito(s) deverá(ão) ser inédito(s), ou seja, nunca ter(em) sido publicado(s). Entende-se por publicação o processo de edição de uma obra literária e sua distribuição em livrarias ou pela internet.

3
O autor não poderá ter nenhum livro publicado na(s) categoria(s) em que se inscrever.

4
Os originais deverão ser enviados em quatro vias, sem ilustrações, datilografados em espaço duplo ou impressos em papel A4, em apenas um lado. Neste caso, a formatação deverá ser: fonte Times New Roman tamanho 12, estilo normal, na cor preta; parágrafo de alinhamento justificado; espaço entrelinhas duplo; margens 2,5.

5
As quatro vias deverão estar encadernadas, com folha de rosto na qual deverão constar o título da obra e o pseudônimo do autor.

6
Em envelope lacrado, em anexo, deverão ser enviados os dados do autor: pseudônimo, nome, data de nascimento, título da obra, identidade, CPF, endereço completo, telefone, e-mail e currículo resumido.

7
A obra enviada deverá ter entre 130 e 400 laudas, caso seja romance; e
70 e 200 laudas, caso seja livro de contos. Será considerada a formatação determinada no item 4.

8
As inscrições deverão ser enviadas entre 05 de maio a 30 de setembro de 2009. A data que constar no carimbo do correio servirá como comprovante de inscrição no prazo determinado.

III - JULGAMENTO

1
As obras inscritas serão analisadas por Comissões Julgadoras compostas por professores, escritores, jornalistas e críticos literários, selecionados pelo SESC.

IV - PREMIAÇÃO

1. O resultado do PRÊMIO SESC DE LITERATURA 2009 será divulgado em fevereiro de 2010

2.
O vencedor de cada categoria terá sua obra publicada e distribuída pela Editora Record.

3.
O autor vencedor de cada categoria terá direito a 10% do valor de capa da obra quando da sua comercialização em livrarias. Parte dessa primeira edição será distribuída para a rede de bibliotecas do SESC e outros espaços culturais.

4. A cerimônia de premiação se dará no Rio de Janeiro, com data prevista para julho de 2010. Essa data poderá ser alterada sem aviso prévio pelo SESC.

5.
O autor vencedor de cada categoria terá direito a passagem aérea – exceto se for oriundo do estado do Rio de Janeiro – e estadia pagas pelo SESC para comparecer à premiação.

6. O autor vencedor de cada categoria poderá ser convidado a participar de lançamentos da obra em eventos literários promovidos pelo SESC, que assumirá os custos de locomoção e estadia.

7. As comissões julgadoras poderão selecionar, a seu critério, obras cujos autores receberão, a título de Menção Honrosa, um certificado emitido pelo SESC, além de kits com livros da Editora Record.

V - DISPOSIÇÕES GERAIS

1. As inscrições para o PRÊMIO SESC DE LITERATURA 2009 são gratuitas.

2. Entende-se por romance uma narrativa ficcional longa. E por livro de contos um conjunto de narrativas ficcionais curtas. Não serão aceitas inscrições com apenas um conto.

3.
É vetada a participação de funcionários, estagiários e parentes em até segundo grau de funcionários da Record e do SESC, da Confederação Nacional e Federações do Comércio, bem como de todos os envolvidos no processo de julgamento do concurso.

4. Caso seja constatado que a obra inscrita já tenha sido publicada, a inscrição será anulada.

5. Não serão aceitas obras póstumas ou escritas em coautoria.

6. Será permitida a inscrição de obra cuja pequena parcela do conteúdo tenha sido exibida em blogs pessoais ou revistas eletrônicas, desde que não ultrapasse um quarto do tamanho do texto inscrito.

7.
Nenhuma obra enviada será devolvida.

8. A companhia aérea e o horário do vôo para o Rio de Janeiro serão definidos pelo SESC, que também irá definir o hotel e o número de pernoites a que os dois vencedores terão direito.

9. Será custeada a viagem dos vencedores do concurso, sem direito a acompanhante.

10.
As comissões julgadoras são soberanas, portanto não caberão recursos de suas decisões.

11.
Ao se inscrever no PRÊMIO SESC DE LITERATURA 2009, o candidato estará automaticamente concordando com os termos deste edital.

REGULAMENTO DO CONCURSO
NACIONAL DE LITERATURA PRÊMIO
CIDADE DE BELO HORIZONTE - 2009

O Município de Belo Horizonte, por intermédio da Fundação Municipal de Cultura, torna pública, para conhecimento dos interessados, a abertura das inscrições para o Concurso Nacional de Literatura Prêmio Cidade de Belo Horizonte, nos seguintes termos:

1 - DO OBJETIVO

O Concurso Nacional de Literatura Prêmio Cidade de Belo Horizonte, instituído pelo Decreto nº 204/47, promovido pelo Município de Belo Horizonte e coordenado pela Fundação Municipal de Cultura, tem como finalidade distinguir obras inéditas, em Língua Portuguesa, de autores brasileiros natos ou naturalizados, nas 3 (três) categorias, Ensaio, Poesia – Autor Estreante e Dramaturgia.

2 - DAS CATEGORIAS

2.1 - São as seguintes categorias contempladas nesta edição:
- Ensaio;
- Poesia – Autor Estreante;
- Dramaturgia.

2.2 - Dos gêneros literários abordados pelas categorias:

Poesia: textos sintéticos com alto grau de poeticidade. Caracteriza-se fundamentalmente pelo ritmo, sonoridade e outros recursos intrínsecos à criação literária;

Ensaio: obra literária em prosa, caracterizada pela subjetividade com que o autor expõe suas idéias sobre o tema determinado;

Dramaturgia: texto literário destinado à composição de peças teatrais.

2.3 - Para a categoria Ensaio, a obra inscrita deverá abordar o tema Literatura para Crianças, dentro de um dos seguintes eixos:

a) Criação e produção literária para crianças, observados os aspectos de linguagem, fruição estética e importância na formação de leitores.

b) Mediação da leitura entre crianças, considerando o papel do mediador e sua relevância nas práticas de leitura.

2.4 - Para as categorias Dramaturgia e Poesia – Autor Estreante, a temática é livre.

2.5 - Para categoria Poesia – Autor Estreante, o autor deverá ser estreante em qualquer gênero literário.

3 - DOS CONCORRENTES

3.1 - Poderão participar autores brasileiros natos ou naturalizados;

3.2 – É vedada a participação de funcionários vinculados à Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, bem como de cônjuges, companheiros e parentes em linha reta, colateral ou por afinidade, até 3º grau.

3.3 - Poderão participar autores menores de 18 (dezoito) anos, desde que emancipados na forma da lei, ou que obtenham uma declaração dos pais ou responsável legal autorizando a sua participação, conforme modelo deste edital constante do Anexo III deste Decreto.

3.4 - É vedada a participação de autores que tenham sido premiados em uma das duas últimas edições deste Concurso na mesma categoria.

4 - DAS INSCRIÇÕES

4.1 - As inscrições são gratuitas e estarão abertas no período de 24 de junho a 7 de agosto de 2009, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, no horário das 9hs às 17hs. Poderão ser protocolizadas diretamente na sede da Fundação Municipal de Cultura - Rua Sapucaí, n° 571, Bairro Floresta, CEP 30.150-050, Belo Horizonte, Minas Gerais, ou enviadas via sedex, ou similar, ou com aviso de recebimento/AR, ao endereço acima especificado.

4.2 - Só serão aceitas as obras postadas até o último dia do prazo previsto no item 4.1 deste
Regulamento, valendo como comprovante o carimbo da agência postal expedidora.

4.3 - A Comissão Organizadora do Concurso não retirará original em agências dos correios, transportadoras ou similares.

4.4 - O ato de inscrição no Concurso implica a plena autorização, por parte do autor, para publicação das obras pela Fundação Municipal de Cultura, caso ela seja a vencedora de sua categoria, sendo indevido qualquer pagamento ao autor, salvo a premiação prevista no item 12 deste Regulamento.

4.5 - O ato de inscrição no Concurso implica a plena autorização dos autores das obras vencedoras e das Menções Honrosas, em todas as categorias, para leitura das obras nas unidades da Fundação Municipal de Cultura, sendo indevido qualquer pagamento ao autor, salvo a premiação prevista no item 12 deste Regulamento.

5 - DAS OBRAS

5.1 – As obras devem ser inéditas e escritas em Língua Portuguesa, ficando automaticamente eliminadas, em qualquer etapa do Concurso, aquelas já publicadas de forma impressa ou virtual, no todo ou em parte, ou divulgadas por qualquer meio de comunicação.

5.2 - As obras deverão ser enviadas em 3 (três) vias, de igual teor e forma, encadernadas em espiral e com capa plástica, separadamente. Não serão aceitos originais grampeados, com folhas soltas ou outras formas de encadernação.

5.3 - As obras deverão conter, na folha de rosto, o nome do Concurso, a categoria, o título da obra e o pseudônimo do autor.

5.4 - As obras deverão ser encaminhadas sob pseudônimos, não podendo conter nos originais nada que identifique o autor.

5.5 - Ficam vedados os agradecimentos, dedicatórias e ilustrações na folha de rosto, no corpo da obra e na capa.

5.6 - As páginas referentes ao corpo da obra deverão ser sequencialmente numeradas.

5.7 - Não serão considerados, para efeito de numeração, a folha de rosto, índices, citações e títulos.

5.8 – As obras deverão ser datilografadas ou digitadas em corpo 12, fonte arial, espaço simples, em papel tamanho A-4 e em apenas uma das faces da folha.

5.9 - Para as categorias Dramaturgia e Poesia – Autor Estreante, as obras deverão ter um mínimo de 30 (trinta) páginas. Para a categoria Ensaio, as obras deverão ter um mínimo de 50 (cinquenta) páginas.

5.10 - Os autores poderão inscrever mais de uma obra em cada categoria, desde que utilizem pseudônimos diferentes, sob pena de desclassificação.

5.11 – Serão consideradas inabilitadas as obras produzidas por mais de um autor.

6 - DOS ENVELOPES

6.1 - Para efeito de inscrição, os interessados deverão encaminhar, em um único envelope fechado, as 3 (três) vias dos originais da obra, e anexar um envelope lacrado, menor, de identificação do autor.

6.2 - O envelope menor, lacrado, deverá conter internamente a ficha de identificação do autor, conforme modelo constante do Anexo II deste Decreto. No caso de autor menor de 18 anos, deverá conter a autorização dos pais ou responsável legal, conforme Anexo III deste Decreto.

6.2.1 - A ficha de identificação do autor e a autorização dos pais ou responsável legal deverão estar devidamente preenchidas e assinadas.

6.3 - Recomenda-se que o envelope lacrado, contendo a ficha de identificação do autor e a autorização dos pais ou responsável legal, esteja grampeado na capa plástica de uma das vias das obras.

6.4 - No envelope mencionado no item 6.1 deste Regulamento deverá constar:
Destinatário: Comissão Organizadora dos Concursos Literários
Fundação Municipal de Cultura
Rua Sapucaí nº 571, Bairro Floresta
CEP: 30.150-050, Belo Horizonte – MG
Concurso Nacional de Literatura Prêmio Cidade de Belo Horizonte - 2009
Categoria:____________________________
Título da Obra: ________________________
Pseudônimo do Autor: _________________
O concorrente deverá utilizar como remetente o pseudônimo do autor da obra.

6.5 - No envelope mencionado no item 6.2 deste Regulamento deverá constar:
Concurso Nacional de Literatura Prêmio Cidade de Belo Horizonte - 2009
Categoria: __________________________
Título da Obra: ______________________
Pseudônimo do Autor: ________________

6.6 - No lado externo dos envelopes, não deverá conter nada que identifique o autor.

7 - DA SELEÇÃO

7.1 - O processo de seleção será realizado em 3 (três) etapas:

7.2 - A primeira etapa consiste na conferência da documentação recebida e no atendimento às exigências deste Regulamento.

7.2.1 - As obras que estiverem em conformidade com os itens deste Regulamento serão habilitadas. As demais serão inabilitadas.

7.3 - A segunda etapa consiste na avaliação, pelos jurados, de cada uma das Comissões Julgadoras, do conteúdo das obras habilitadas na primeira etapa.

7.4 - A terceira etapa consiste na decisão das Comissões Julgadoras sobre a obra vencedora e sobre a indicação das duas Menções Honrosas de cada categoria.

7.4.1 - Na terceira etapa, serão observadas, pela Comissão Organizadora dos Concursos Literários, todas as exigências deste Regulamento para aclamação das obras vencedoras e das Menções Honrosas.

8 - DAS COMISSÕES JULGADORAS

8.1 - Será indicada uma Comissão Julgadora para cada categoria, composta por 3 (três) especialistas na área e notoriamente reconhecidos.

8.2 - As decisões das Comissões Julgadoras são soberanas e irrecorríveis.

8.3 - Cada Comissão Julgadora poderá deixar de premiar ou indicar Menções Honrosas da sua categoria, desde que justifique tal decisão.

8.4 - Caso uma Comissão Julgadora decida não conceder o prêmio, este não ficará acumulado.

8.5 - Os nomes dos integrantes das comissões julgadoras serão divulgados somente após a publicação dos resultados.

9 - DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DAS OBRAS

9.1 - As obras serão julgadas de acordo com os critérios: linguagem, estilo, consonância com a temática, imagens literárias, criatividade, mérito literário e serão avaliadas numa escala de pontuação de 0 a 100.

9.1.1 - Para a categoria Ensaio, será observado se o texto da obra atende ao tema e a um dos eixos solicitados pelo Concurso, conforme o disposto no item 2.3 deste Regulamento.

10 - DOS RESULTADOS

10.1 - A lista com a relação das obras habilitadas e das inabilitadas, na primeira etapa da seleção, será publicada no Diário Oficial do Município, divulgada no site http://www.pbh.gov.br/cultura e afixada na sede da Fundação Municipal de Cultura.

10.2 - A lista com o resultado do Concurso Nacional de Literatura Prêmio Cidade de Belo Horizonte será publicada no Diário Oficial do Município de Belo Horizonte e no site
www.pbh.gov.br/cultura.

11 - DOS RECURSOS

11.1 - O interessado poderá apresentar recurso à Presidente da Fundação Municipal de Cultura, conforme o modelo constante do Anexo IV deste Decreto, no prazo de 5 (cinco) dias úteis, contados a partir da publicação da lista das obras inabilitadas.

11.2 - Só serão aceitos os recursos postados em até 5 (cinco) dias úteis contados a partir da publicação da lista das obras inabilitadas, valendo como comprovante o carimbo da agência postal expedidora.

11.3 - No envelope contendo o recurso, deverão constar as mesmas informações do destinatário do item 6.4 deste Regulamento.

11.4 - O recurso deverá ser enviado, via sedex, ou similar, ou com aviso de recebimento/AR, ou protocolizado na sede da Fundação Municipal de Cultura, situada na Rua Sapucaí n° 571, Bairro Floresta, CEP: 30.150-050, Belo Horizonte, Minas Gerais.

11.5 - Os recursos enviados por fax ou correio eletrônico serão desconsiderados.

11.6 - A decisão dos recursos será publicada no Diário Oficial do Município e no site www.pbh.gov.br/cultura.

12 - DA PREMIAÇÃO

12.1 - Para cada obra vencedora, em cada uma das categorias, será concedido como prêmio a publicação da obra acrescida de valor em dinheiro.

12.2 - As Comissões Julgadoras indicarão também outras duas obras de cada uma das categorias para receber Menção Honrosa.

12.2.1 - As obras contempladas com Menção Honrosa não farão jus à publicação e ao prêmio em dinheiro.

12.3 - Para cada obra vencedora nas categorias Ensaio e Dramaturgia será concedido o prêmio em dinheiro de R$10.000,00 (dez mil reais).

12.4 - Para a obra vencedora da categoria Poesia - Autor Estreante será concedido o prêmio em dinheiro de R$ 8.000,00 (oito mil reais).

12.5 - O valor do prêmio em dinheiro está sujeito à tributação prevista em lei.

12.6 - A cerimônia de entrega das premiações será divulgada, em data oportuna, pela Fundação Municipal de Cultura.

13 - DA PUBLICAÇÃO

13.1 - A Fundação Municipal de Cultura publicará as obras vencedoras para a distribuição entre suas unidades e outras instituições públicas.

13.2. – Para a publicação, os autores das obras vencedoras deverão enviar para a sede da Fundação Municipal de Cultura a versão digital dos textos no prazo de até 15 (quinze) dias contados da solicitação efetivada pela Fundação Municipal de Cultura.

13.3 - As publicações obedecerão aos padrões estabelecidos pela Assessoria de Comunicação da Fundação Municipal de Cultura

14 - DA DISPONIBILIZAÇÃO DAS OBRAS PARA LEITURA

14.1 - Os textos vencedores e os indicados para receber Menção Honrosa ficarão à disposição dos interessados, para leitura, em unidades da Fundação Municipal de Cultura.

15 - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

15.1 - Caberá à Comissão Organizadora solucionar quaisquer controvérsias, casos omissos ou pendências advindas da realização do Concurso.

15.2 - Este Regulamento encontra-se à disposição dos interessados na Fundação Municipal de Cultura e no site http://www.pbh.gov.br/cultura/cultura.

15.3 - Os originais e os documentos encaminhados à Fundação Municipal de Cultura não serão devolvidos.

15.4 - É de responsabilidade exclusiva do autor a regularização de toda e qualquer questão relativa a direitos autorais e à observância das disposições deste Regulamento.

15.5 - O ato de inscrição implica a plena aceitação por parte do concorrente do disposto neste
Regulamento.

15.6 - Efetivado o recebimento dos originais pela Fundação Municipal de Cultura, não serão aceitas solicitações de alterações nas obras e documentos.

15.7 - Na categoria Poesia - Autor Estreante, o candidato não poderá ter nenhuma publicação, em qualquer gênero literário, de forma impressa ou virtual.

15.8 - Caso seja constatado qualquer tipo de publicação, de forma impressa ou virtual, no todo ou em parte, ou divulgadas por qualquer meio de comunicação, das obras indicadas para receber a premiação e as Menções Honrosas, em data anterior à publicação do resultado deste Concurso no Diário Oficial do Município, haverá desclassificação da obra e outra será indicada pela Comissão Julgadora.

15.9 - Caso seja constatado qualquer tipo de publicação, de forma impressa ou virtual, no todo ou em parte, ou divulgadas por qualquer meio de comunicação, das obras vencedoras e Menções Honrosas, em data anterior ao resultado deste Concurso publicado no Diário Oficial do Município, haverá, a qualquer tempo, a anulação deste resultado.

15.9.1 - A anulação do resultado do Concurso, referente ao item 15.9 deste Regulamento, em qualquer das categorias, implicará no ressarcimento do valor do prêmio e na responsabilização do autor por perdas e danos, perante a Fundação Municipal de Cultura.

15.10 – Não serão aceitas obras escritas em coautoria.

15.11 - Os esclarecimentos de dúvidas poderão ser obtidos, pelo e-mail: concursos.mailto:concursos.fmc2009@pbh.gov.br, com assunto Concurso Literário.

15.12- Fica eleito o Foro da Comarca de Belo Horizonte, Minas Gerais, para dirimir quaisquer dúvidas ou controvérsias oriundas do presente Regulamento.

Prêmio Maximiano Campos de Literatura

As inscrições para o Prêmio Maximiano Campos de Literatura foram prorrogadas até 31/08.

REGULAMENTO

O Instituto Maximiano Campos – IMC - é uma organização que presta relevantes serviços em favor da cultura literária e artística contribuindo para a sua valorização no Estado e no País. O Prêmio Maximiano Campos de Literatura é uma das atividades que ratificam essa linha de ação.

Objetivo-
A categoria CONTO tem como objetivo principal incentivar o hábito da leitura e a criação de contos.

Condições- Poderão participar brasileiros natos ou estrangeiros naturalizados que já tenham concluído o ensino médio.- Poderão participar apenas autores inéditos ou que tenham até dois livros publicados individualmente (não serão consideradas as antologias).

- Cada concorrente poderá participar com apenas um texto original, rigorosamente inédito. - Os textos não poderão ser divulgados por quaisquer meios, total ou parcialmente, até a data da publicação, que será definida pelo IMC. -

Os textos devem ser escritos em português e ter no máximo 4 mil caracteres.

Inscrições-

As inscrições devem ser feitas até 30 de julho de2009. Os interessados deverão acessar o endereço eletrônico http://www.imcbr.org.br/inscricao.asp e preencher o formulário de maneira correta. - Aqueles que preencherem o formulário de maneira incorreta terão a sua inscrição anulada sem quaisquer avisos.

Seleção-
Independente do número total de participantes, serão escolhidos apenas 3 (três) para premiação e mais 7 (sete) para publicação.-

A seleção será feita por uma comissão julgadora selecionada pela coordenadoria do prêmio. O parecer da comissão julgadora é irrecorrível.-

Os critérios para a escolha dos vencedores estabelecidos pela comissão julgadora são os de correção da linguagem e criatividade..

Premiação-
Os contos classificados serão premiados da seguinte maneira:

1º Lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais) e 1 (um) kit IMC*;
2º Lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais) e 1 (um) kit IMC*;
3º Lugar: R$ 1.000,00 (mil reais) e 1 (um) kit IMC*; *O kit IMC
será composto por obras de Maximiano Campos, incluindo o Livro Sem Lei Nem Rei; mais a cota de 10 (dez) exemplares do livro onde constarão os contos selecionados. A entrega será feita no lançamento da edição.

- A forma de premiação dos demais classificados será a publicação dos contos escolhidos pela comissão julgadora na coletânea que será lançada com título, capa, editora, diagramação e data de lançamento a serem definidos pelo presidente do IMC.

Cada classificado terá direito a cinco exemplares da obra.

Publicação-
Os candidatos assumem total responsabilidade pela autenticidade dos trabalhos inscritos. A inscrição no concurso implica, automaticamente, na cessão dos direitos do autor ao IMC, que poderá reproduzir os textos no todo ou em parte a qualquer tempo e em quaisquer veículo de comunicação, com a devida identificação do seu autor.

fotos: arturgomes





















































Tribalion Show de Reggae
A Banda de Reggae Tribalion fez um show espetacular ontem no Espaço Plural do Sesc, com uma performance irretocável que sem dúvida deve ter deixado Bob Marley em êxtase pelos infinitos por onde quer que ele se encontre. A apresentação fechou o módulo do projeto Urbanidades de julho, e em agosto continua. confira programação aqui http://culturaurbancinevdeo.blogspot.com/

A Cor da Pele
áfrica soul raíz e raça
orgia pagã na pele do poema
couro em chagas que me sangra
alma satã na carne de ipanema
o negro na pele é só pirraça
de branco na cara do sistema
no fundo é amor que dou degraça
dou mais do que moça no cinema

arturgomes
http://tropicanalice.blogpsot.com

quinta-feira, 30 de julho de 2009




Cielo bate Bernard, leva o ouro e quebra o recorde mundial dos 100m livre
Bruno DoroEm Roma (Itália) fonte: http://www.uol.com.br/

No domingo e na segunda-feira, César Cielo deu dicas do que poderia fazer nos 100m livres. Nesta quinta-feira, assustou o mundo na prova mais nobre da natação. O brasileiro, campeão olímpico dos 50m livre, é hoje o homem mais rápido também dos 100m.

THIAGO PEREIRA BATE EM QUARTO
Nadando pela terceira vez seguida ao lado do francês Alain Bernard, que ficou com a prata, o paulista de 22 anos completou a prova em 46s91. A marca anterior era do australiano Eamon Sullivan, que, doente, não foi ao mundial. O homem mais rápido do planeta, no entanto, era Bernard e seus 46s94, da seletiva francesa, resultado que não foi homologado porque, na época, o Arena X-Glide ainda não tinha sido aprovado pela Fina (Federação Internacional de Natação).

Foi justamente esse o traje que Cielo usou nesta quarta. Com ele, bateu Bernard, que fez 47s12, e Frederick Bousquet, seu companheiro de treinos, com 47s25 - o outro brasileiro, Nicolas Oliveira, foi oitavo (48s01). Bernard e o brasileiro, inclusive, foram os grandes responsáveis pelo desenvolvimento do X-Glide. Patrocinado pela marca italiana desde o ano passado, o brasileiro recebeu uma série de protótipos da peça, pediu ajustes, cortes, modificações. Chegou a dizer que nadaria com o antigo, o R-Evolution, similar ao Speedo LZR, mas se rendeu ao poliuretano.

O recorde mundial era um desejo antigo de Cielo. Antes das Olimpíadas de Pequim, inclusive, ele chegou a afirmar que podia quebrar a marca. Não conseguiu, mas deixou as Olimpíadas de Pequim como o recordista olímpico e campeão dos 50m.

"Falei que estava guardando para esta final. Eu só foquei na minha raia, não olhei para os lados e é assim que consigo os meus melhores resultados. É meu primeiro recorde mundial e estou muito feliz com isso", comemorou o brasileiro, ainda sem fôlego. "Em dois anos, muita coisa aconteceu na minha vida. Dei um salto de um nadador que tentava alguma coisa para entrar para a história. Foram anos de muito trabalho, eu nunca trabalhei para nadar mais devagar do que ninguém. Eu sabia que podia fazer um tempo bom, espero que os brasileiros aprendam que o comprometimento leva a bons resultados", comentou ele.

Para o Mundial de Roma, ele repetiu sua preparação para a China. Mesmo sem poder nadar pela universidade, ele voltou para a cidade de Auburn, no Alabama. Isolado, fez toda a sua preparação nos EUA, ao lado de seu técnico, Brett Hawke. O australiano foi finalista olímpico, mas nunca foi ao pódio. Conseguiu levar o pupilo ao lugar mais alto do pódio olímpico e, agora, o ajudou a virar o mais rápido do mundo.

13º recorde

O recorde de Cielo é o 13º recorde mundial da natação brasileira. Maria Lenk foi a primeira, em 1939, quando bateu o recorde dos 400m peito (6min15s80). Um mês depois, baixou o tempo dos 200m peito (2min56s90). Desde então, foram outras 11 marcas mundiais brasileiras, em piscina longa e curta.O segundo recordista brasileiro foi Manoel dos Santos, nos 100m livre (53s6), em 1961. O terceiro foi José Fiolo, mais uma vez no nado peito, agora nos 100 m, com 1min06s4 de 1968. Ricardo Prado foi o primeiro a não conseguir a marca no Brasiljustamente no Mundial de Guaiquil, em que foi campeão mundial dos 400m medley.

Em maio, Felipe França se tornou o 12º desse lista. No Troféu Maria Lenk, válido como seletiva para o Mundial, o nadador bateu o recorde dos 50m peito. A marca caiu duas vezes em Roma, nas semifinais e final. Felipe acabou com a prata na Itália.As outras seis marcas são em piscina curta (25 m). Em 1993, Gustavo Borges bateu o recorde mundial dos 100 m livre, com 47s94. Uma semana depois, ao lado de Fernando Scherer, então com 18 anos, João Carlos Júnior e Teófilo Ferreira, Borges liderou o time brasileiro do revezamento 4x100 m livre que virou o mais rápido do mundo, com 3min13s97. O revezamento do Brasil quebrou mais uma vez a marca em dezembro do mesmo ano (3min12s11) e outra, em 1998 (3min10s45).Os dois últimos recordes mundiais brasileiros são da nova geração. Kaio Márcio quebrou a marca dos 50m borboleta em 2005, com 22s60. Em 2007, depois de ser o grande destaque do Pan-Americano do Rio, Thiago Pereira bateu a marca dos 200 m medley, com 1min53s14.




como naquela questão da semiótica do método orgânico grâmico de não compor nesta pluma vara pássaro que me arara ave que me declara máscara in/verso cerâmica profunda caça traça neste plenus caso de amor o que de sangue expsto tem em veia corre deposto em mar e mangue exposto onde tudo rasa sem expressão do que fica matas que nos cortaram foice espingarda e medo a sol do céu incomum meu boi de olhos tão tristes meu boi de carnes tão rastas meu boi de patas tão gastas o ciúme é uma espinha na garganta mar em chamas terremoto que desconhece outros estados mais fáceis de compreender que não se deve ser tomado de um desejo lícito como um processo mental organizado este prumo vara que me besta besta este prumo que me vara in/verso que me réstia máscara não delírio de canção passageira Drummond imerso em pedra cal e cuspe itas ocas Cabral em pleno vôo sem risco morte vida Severino sem nos ocultar ossário do seu rito o vento em silêncio gargalha numa fonte sobrepasso no éter da memória evidente que tudo não foi dito grita no banquete a fala que não soube engolir silêncios e vomita monologas análogas ausências do mais perfeito que pretérito assassinato às portas das humanas não futuras radiografias de nossas vidas cidadãos sensatos assassinos vadios cúmplices do desterro comendo no teu corpo tua alma como forma de jejum na penitência da natureza inter/semiótica não por simples atração do exotismo no limiar mais radical da invenção entre o carnal e não matéria ou como facas em fogo nas vestes que correm por teu corpo acima que o mantêm estreitamente ligado no centro da cena onde nenhuma militância a ele se compara estados de ficção ou de distúrbios começamos a compreender o interG no direito dos instintos ou estados de espelhos nos códigos dos fenômenos simbolistas onde o boi signo da morte auto se condena ao exílio sem soletrar ruídos e decifrar o homem posto sem alarde naquela questão semiótica do método grâmico de não compor


quarta-feira, 29 de julho de 2009

Manifesto pelo Galego

A nossa língua na Galiza está a passar por sérias dificuldades, já nem sabemos se vamos poder resistir os embates dos etnocidas centralistas espanhois... Mas sempre devemos tentar, né? Quem sabe um dia a verdade vence...Venho pedir que se podes assines o nosso manifesto, pode colocar lá o seu e-mail, http://www.peticao.com.pt/hegemonia-social-do-galego fica guardado e só vemos os que gerimos a página...Joga no google: 'hegemonia galego' e podes assinar... Eternamente agradecida :) eu e a Galiza
Beijos, saúde e língua !!


Concha Rousia

Homenagem a Lindolfo Bell

No próximo sábado, dia 1 de agosto, às 14h30, no Lugar Pantemporâneo, novo espaço cultural da cidade, criado pelo escultor e advogado Valdir Rocha, haverá um encontro com o poeta e ensaísta Paes Loureiro. O tema a ser abordado é muito interessante: Os Processos Atuais da Produção Poética. E Paes Loureiro é um craque nesse assunto.Não perca.No sábado seguinte, dia 8 de agosto, também às 14h30, e no mesmo Lugar Pantemporâneo, é a vez do lançamento do livro do poeta catarinense Lindolf Bell, que tornou-se celebridade nos anos 60 com a sua Catequese Poética. A organização e seleção de poemas foi do poeta e jurista Péricles Prade que, na ocasião, fará um depoimento sobre o amigo. Outro poeta, Rubens Jardim,integrante também da Catequese Poética, prestará homenagem falando das Lembranças de Lindolf Bell.
Vale conferir.

Rubens Jardim

Baseado em Quê?

baseado em quê? foi escrito na intenção de levantar mais uma voz (não são poucas) contra a atual política relativa às drogas, tendo em vista que sempre que o assunto vem à tona, só são chamados para discutir os que são contra a legalização. No entanto, se todos sabemos que política empregada até agora tem se mostrado ineficaz e o consumo de drogas tem aumentado, não seria hora de pelo menos experimentar outro modelo de atuação?

Baseados em quê podemos formar opiniões, se são tão poucos os argumentos e o espaço dedicados a quem defende a legalização? No entanto, já se sabe, é a diversidade de opiniões que nos ajuda a tomar posições que se aproximem mais do que intimamente já pensamos e queremos. E não há dúvida de que o repressão e violência contra os mais pobres não extinguirá o uso das drogas.

baseado em quê? foi lançado em maio, na Marcha da Maconha. Está à venda na loja La Cucaracha, em Ipanema e através de depósito no Banco Real, Ag. 0906, Conta corrente 0009207, no valor de 15,00. A partir do depósito, é só avisar por email e receber pelo correio.
Aproveitando o assunto, vai aqui meu irrestrito apoio ao Ministro Carlos Minc, o único dos políticos que tomou posição (coragem é produto raríssimo no mercado) por ocasião da Marcha.

Helena Ortiz
http://integradaemarginal.blogspot.com/

A EXCOMUNHÃO DA VÍTIMA

Miguezim de Princesa*
Peço à musa do improviso
Que me dê inspiração,
Ciência e sabedoria,
Inteligência e razão,
Peço que Deus que me proteja
Para falar de uma igreja
Que comete aberração.

Pelas fogueiras que arderam
No tempo da Inquisição,
Pelas mulheres queimadas
Sem apelo ou compaixão,
Pensava que o Vaticano
Tinha mudado de plano,
Abolido a excomunhão.

Mas o bispo Dom José,
Um homem conservador,
Tratou com impiedade
A vítima de um estuprador,
Massacrada e abusada,
Sofrida e violentada,
Sem futuro e sem amor.

Depois que houve o estupro,
A menina engravidou.
Ela só tem nove anos,
A Justiça autorizou
Que a criança abortasse
Antes que a vida brotasse
Um fruto do desamor.

O aborto, já previsto
Na nossa legislação,
Teve o apoio declarado
Do ministro Temporão,
Que é médico bom e zeloso,
E mostrou ser corajoso
Ao enfrentar a questão.

Além de excomungar
O ministro Temporão,
Dom José excomungou
Da menina, sem razão,
A mãe, a vó e a tia
E se brincar puniria
Até a quarta geração.

É esquisito que a igreja,
Que tanto prega o perdão,
Resolva excomungar médicos
Que cumpriram sua missão
E num beco sem saída
Livraram uma pobre vida
Do fel da desilusão.

Mas o mundo está virado
E cheio de desatinos:
Missa virou presepada,
Tem dança até do pepino,
Padre que usa bermuda,
Deixando mulher buchuda
E bolindo com os meninos.

Milhões morrendo de Aids:
É grande a devastação,
Mas a igreja acha bom
Furunfar sem proteção
E o padre prega na missa
Que camisinha na linguiça
É uma coisa do Cão.

E esta quem me contou
Foi Lima do Camarão:
Dom José excomungou
A equipe de plantão,
A família da menina
E o ministro Temporão,
Mas para o estuprador,
Que por certo perdoou,
O arcebispo reservou
A vaga de sacristão.

*Miguel Lucena, 42, Poeta, cordelista,
jornalista, bacharel em direito e delegado de polícia

terça-feira, 28 de julho de 2009



Produtores Culturais Cariocas Protestam

o estopim da bomba acendeu-se com a denúncia de que emperesas de fundo de quintal subsidiam com recursos milionários da Petrobras, financiam atividades do MV Bill

Caro Baía:
Sabemos apenas a ponta de um grande aiciberg. Tudo no Brasil é patrimonialista. Quem tem algum poder só pensa em se dar bem. Só vejo três caminhos:
lutar para fazermos a mesma coisa: financiamento, proteção de estatal, verbas internacionais, apoio da Globo...
tocar nossa arte mundo afora, com garra, com potência molecular ou
ir pras infovias informar

Pode ser que essas três não se excluam, inclusive pelo estado confuso de nossa geração ideológica.
Já me considero derrotado pelo capitalismo e pelo arremedo de capitalismo do Brasil, uma burguesia jeca. Não estamos sabendo combinar as potências maravilhosas desse país. Como edcadores, pioramos, como administradores, nos entregamos; como artistas, não movimentamos.

Todos sabem que sou pessimista e todos sabem que nunca cruzei os braços, aliás, nunca cruzamos os braços.
A crise nossa é mais que moral, já não é mais crise, é estado de parto permanente.
O pacto petista-burguês faz favores econômicos para os de cima e os de baixo, mas foi costurado com linha conservadora (patrimonialista, oligárquica - vejam a ponta Sarney).
Não é só a vitória do rouba mas faz, é a mentalização mais profunda, introjeção cultural de uma anomia social: regras sociais de alcance restrito ou corrompido.
Então esse papo de regra não serve mais!

O projeto de comunidade é dominado por quem tem meios e mídias
O projeto de cultura é viciado e fulanizado
O projeto de país é jogar na série B
O pré-sal nos tirará da pobreza: multiplicarão os palacetes do lago sul, do Morumbi e da Lagoa

Vocês não acham que estava demorando muito aparecer um escândalo com essa galera do novo movimento sócio-cultual?
Vejam: ONGs têm que contratar empresa para tocar seus projetos. A empresa terceiriza, alaranja assinaturas e confunde o fisco. Tem como fulanos e beltranos (talvez um de nós) livrar-se dessa teia? Tem como alegarem ingenuidade? Bem o Presidente da República o faz. Impedimento para Lula e Cadeia para MV Bill?

Abraços

PS: nossa resposta tem que ser em atitude mas não me chamem para passeata. Que tal uma manifestação de um certo coletivo que vai se manifestar no aterro do flamento num domingo e fazer uma roda artística edizer que nosso lugar é a rua. Sejamos um pouco mais ANARQUISTAS!!!

Lúcio Celso Pinheiro - poeta urbano


É ISSO ÁI E OS CARAS AINDA SE DIZEM ARTISTAS, E NÃO PENSAM NOS PRETOS POBRES DAS CRACOLÂNDIAS DA VIDA QUE CRESCEM A OLHO NU. VAMOS A LUTA E DENUNCIAR ESSAS QUADRILHAS. JÁ BASTA BRASÍLIA PORRA.

MARCELO DE ALMEIDA

Mano Lucio,
Sua análise é perfeita e profunda e eu gosto muito da idéia de uma roda artístico-cultural que irá manifestar nossa indignação e posição a respeito de tudo isso( poesia, música, teatro, capoeira, circo, comidas e etc). Vamos botar isso em prática, penso que a primeira quinzena de outubro pode ser bom para marcarmos a data em função de toda produção e divulgação de um evento deste porte que você propõe. E eu já estarei de volta de Portugal no Brasil podendo botar a mão na massa com vocês!!!

Abs, Bebeto
www.abaiavive.com.br

segunda-feira, 27 de julho de 2009



A Noite do Vinil vai reunir pai e filho nesta quarta-feira, dia 29 de julho. Gonzaguinha e Gonzagão estarão juntos, mesmo tendo estilos diferentes. O acervo maior será de Gonzaguinha, mas não podíamos deixar de unir os dois numa mesma noite.
Gonzaguinha Luiz Gonzafa Jr. - Gonzaguinha é filho do conhecido cantor e compositor, Luiz Gonzaga e nasceu no dia 22 de setembro de 1945, no Rio de Janeiro. Herdou do pai o nome, Luiz Gonzaga Nascimento Filho e, como o pai, tinha o talento para a música.
Sua mãe, Odiléia, era uma cantora e dançarina que morreu de tuberculose ainda muito moça, com apenas 22 anos de idade, deixando Gonzaguinha órfão aos dois anos. Em função da dificuldade de seu pai para criá-lo, foi entregue a seus padrinhos, Seo Xavier e Dona Dina. Sua infância foi passada no morro de São Carlos, no bairro do Estácio onde Gonzaguinha conviveu com a miséria, a falta de infra-estrutura e todas as dificuldades que existem em uma favela.
Aos 16 anos foi morar com o pai para poder dar continuidade aos seus estudos, já que seus padrinhos não tinham condições financeiras para isso. Mas não foi fácil. Teve desavenças com a mulher de seu pai e, por causa disso, foi para um colégio interno. Seus estudos o levaram à Faculdade de Ciências Econômicas Cândido Mendes, no Rio de Janeiro.
Durante seu período universitário entrou em contato com outros músicos novos como ele. Fez parte do grupo MAU (Movimento Artístico Universitário) junto com Ivan Lins, Dominguinhos, Aldir Blanc e César Costa Filho. Participava de festivais e já começava a despontar pelas suas letras sempre com forte teor social. Aliás, essa era uma marca em sua carreira. Suas letras eram provocativas e, em virtude do regime militar, estava sempre tendo que driblar a censura.
Em 73 se apresentou no programa de Flávio Cavalcante e causou grande espanto pelo teor de suas música. Gonzaguinha era agressivo e irônico. Recebeu uma advertência da censura e muitas críticas, mas teve um lado positivo. Seu compacto que estava encalhado nas prateleiras foi rapidamente vendido. Começou aí a carreira de Gonzaguinha. Era um sucesso na Rádio Tamoio e logo veio a gravar seu primeiro long-play.
Com o passar do tempo percebeu que suas letras não alcançavam o público que ele queria tocar. Assim deu uma guinada na carreira e começou a ser mais leve. De certa forma, os tempos haviam mudado e o discurso foi se adaptando às circunstâncias. No ano de 1976 lançou o disco
“Começaria Tudo Outra Vez” onde conseguiu o sucesso entre as massas. A partir daí se consolidou como compositor sendo gravado por cantoras como Elis Regina, Simone e Maria Bethânia.
No dia 9 de abril de 1991 Gonzaguinha morre em um acidente de carro em uma estrada do sul do Paraná. E o Brasil perdia mais um grande compositor... Então fica o convite:
Taberna Dom Tutti
Rua das Palmeiras, 13 – atrás do churrasquinho do Luiz na 28 de março.
A partir das 22h




Livro Não É Cultura

Bom dia a todos. Deste que comecei esta caminhada para realizar um projeto para ajudar as pessoas a ter outro tipo de visão da vida, através da cultura, recebo muitas pedradas. Sempre tem gente falando contra, só que esta semana surgiu uma noticia que vai produzir um efeito contrario, quem é contra vai torcer a favor. Para nosso governo “Livro não é cultura”.

Tudo começa na mudança da Lei Rouanet; hoje você faz o projeto aprova no Ministério da Cultura, e sai em busca de um patrocinador. Os livros dificilmente conseguem um, mas espetáculos conseguem sempre, depois na Revista vou mostrar o porquê disto.

Acontece que em nome de um maior alcance da Lei Rouanet, o governo vem querendo mudar esta Lei, cada projeto passa a ser analisado e só será aprovado se o governo determinar que ele é cultural, e tem mais um detalhe depois de três anos o governo passa a poder usar sua obra sem lhe pagar os direitos. O pessoal do Teatro pulou, já que aprovar se um projeto é cultural, na verdade passa a ser uma censura disfarçada. Tudo que mostrar a ineficiência do governo não será considerado cultural. Depois de aprovado mesmo se você não conseguir um patrocinador, depois de três anos suas idéias passam a ser do governo, em resumo você criou, e não teve patrocínio, e perdeu sua criação para o governo, sem receber nada por isso.

Como ninguém aceita isso, e o pessoal do Teatro vêm fazendo muito barulho contra, para resolver este problema o governo sancionou esta semana o vale cultura.
O vale cultura é uma ajuda de 50,00, por mês, para pessoas de baixa renda poder assistir cinema, e teatro, agora compra de livros não foi incluído neste vale. Em resumo livro não é cultura, e vai continuar de fora de qualquer apoio a cultura que se faça neste governo. Livros podem fazer com que as pessoas pensem, e pensando podem perceber que vales, e bolsas custam muito, deixando saúde, e educação, sem verba.

A internet é a responsável pelo aumento nas vendas de livros e CDs que este País teve nos últimos anos, e a internet é considerada um vilão sempre. Nada falam da ajuda que dá ao independente, de um novo espaço para a criação, já que não se controla as idéias na rede.

Enquanto a mídia busca um modo de se juntar a rede, outros esnobam deixando a internet de fora de feiras literárias, dos Viradões, e de tudo que eles participam.

O vale cultura é um modo de dar um cala boca no pessoal do teatro, com mais verbas, para eles aceitarem a nova Lei Rouanet. Como se faz com a ajuda que o governo dá a UNE, e ao pessoal do MST. Espero que se lembrando do tempo da censura, e não se deixando levar por mais verbas o pessoal do Teatro não aceite as mudanças na Lei Rouanet, e que a internet dê a resposta que o governo merece.

Nosso projeto já tem a verba, e se der certo vai estimular outros a tentarem, ai sem o apoio da Lei Rouanet, por causa da perda dos direitos. O jeito para os outros será buscar recursos no BNDES, mas para isso, será preciso que o nosso projeto dê certo. Quem é contra vai ter que ficar a favor, para sonhar poder fazer melhor.

Quero agradecer a todos pelo apoio ao meu ultimo e-mail chegaram mais livros que esperava, e muitos outros devem estar a caminho. Meu celular já está junto da assinatura, só que vai funcionar assim que tiver alta da gripe A, e pegar o aparelho desejado, e logo a Revista vai estar de volta, assim que me mudar para São Paulo. Meu muito obrigado pelo apoio de todos.

Abraços Carlos Senna
cel 5521-8237-8877
msn: carlossennajr@yahoo.com.br
skype: carlossennajrorkut:
carlossennajr@ig.com.br
envie noticias, eventos para carlossennajr@ig.com.br


ACADEMIA ITAPEMENSE DE LETRAS
O PENSADOR III

Conto. Crônica. Poesia
Regulamento do Concurso
Poderão participar do concurso os interessados residentes em todo o território nacional, divididos nos seguintes grupos etários:
Infanto-juvenil: dos 10 aos 13 anos;
Juvenil: até os 17 anos;
Adulto: a partir dos 18 anos.

1 Para participar do Concurso os candidatos deverão:

1.1 Enviar duas vias das produções, datilografadas ou digitadas, na língua Portuguesa – identificadas com título, grupo etário, categoria pertencente (conto, crônica ou poesia) e pseudônimo.

1.2 Os textos serão enviados em envelope grande e lacrado, identificado na frente com o nome do concurso e a categoria escolhida (conto, crônica ou poesia). Dentro deste envelope os concorrentes enviarão um envelope menor, também lacrado, identificado na parte externa co o título do trabalho e o pseudônimo utilizado. O envelope menor conterá uma folha com os seguintes dados: nome completo do participante e o pseudônimo utilizado, título do trabalho, gênero literário, data de nascimento, endereço completo, e-mail (se tiver), telefone para contato e breve nota biográfica.

1.3 As produções serão encaminhadas à Academia Itapemense de Letras, no seguinte endereço: Livraria Café & Leitura, Avenida Nereu Ramos, 4062, sala 02, Meia Praia, Itapema, Santa Catarina, CEP 88220-000. Para efeito do cumprimento do prazo, nas produções encaminhadas via Correios, será considerada a data da postagem. Não serão aceitas produções encaminhadas via internet.

1.4 As inscrições estarão abertas até 15 de agosto de 2009.

1.5 Os originais devem ser inéditos, sendo que a divulgação pública dos mesmos, em todo ou em parte, eliminará o candidato.

1.6 O candidato poderá inscrever somente uma produção em cada categoria.

1.7 As vias encaminhadas não serão devolvidas.

1.8 Os resultados dos trabalhos de avaliação serão divulgados em até 15 (quinze) dias úteis após a data do encerramento das inscrições.
 
2 TEMA

2.1 O tema de todas as produções será livre.


3 CATEGORIAS

3.1 Conto: máximo de 5 (cinco) folhas de papel A4, datilografadas ou digitadas, e impressas, em fonte Arial, Corpo 12 (doze), com espaçamento duplo.

3.2 Crônica: máximo de 2 (duas) folhas de papel A$, datilografada ou digitadas, e impressas, em fonte Arial Corpo 12 (doze), com espaçamento duplo.

3.3 Poesia: máximo de 30 (trinta) linhas, em folha de papel A$, datilografada ou digitada, e impressa.
 
4 PREMIAÇÃO

4.1 Os vencedores serão comunicados pela coordenação do Concurso, através de telefonema e/ou correspondência.

4.2 Serão premiados os 3 (três) primeiros lugares de cada categoria, recebendo respectivamente troféu e certificado.

4.3 Os prêmios serão entregues em Sessão Festiva da Academia Itapemense de Letras, em setembro do corrente ano, em data a ser divulgada.
 
5 DISPOSIÇÕES FINAIS

5.1 O participante que transgredir ou tentar burlar as condições previstas neste Regulamento terá sua inscrição cancelada. Os casos omissos serão resolvidos pela Academia Itapemense de Letras.

5.2 A inscrição do participante no concurso implica na aceitação total das condições deste Regulamento. Os classificados, em todas as categorias, autorizam a Academia Itapemense de Letras, em qualquer evento, a expor, divulgar, distribuir e/ou de qualquer forma exibir os trabalhos premiados, nos termos do artigo 29 da Lei 9.610/98 (Lei de Direitos Autorais).

5.3 É proibida a participação no Concurso de membros da Academia Itapemense de Letras, bem como de seus familiares até o segundo grau.

5.4 As decisões da Comissão Julgadora são irreversíveis, não cabendo recurso contra as decisões referentes as produções selecionadas.

5.5 A Comissão Julgadora reserva o direito de não atribuir premiações e de conferir Menções Honrosas se entender que as produções sob referência não apresentarem, em relação aos quesitos exigidos, o mínimo necessário para tais apreciações.

FICHA DE INSCRIÇÃO
Nome: ........................................................................................................
Pseudônimo: ..............................................................................................
Título do Trabalho: .....................................................................................
Gênero: ( ) Conto ( ) Crônica ( ) Poesia
Categoria: ( ) Infanto-juvenil ( ) Juvenil ( ) Adulto
Nascimento: ......./......../........
Endereço: ..................................................................................................
...................................................................................................................
...................................................................................................................
Telefone: ...................................................................................................
E-mail: .......................................................................................................
Biografia: ...................................................................................................
...................................................................................................................
...................................................................................................................
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...................................................................................................................
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...................................................................................................................
...................................................................................................................
(A presente Ficha de Inscrição deve ser destacada e inserida no envelope pequeno,
lacrado, contendo, em sua face externa apenas o Pseudônimo e o Título da Obra)

domingo, 26 de julho de 2009

Depois que nos falamos pela última vez grambel calou tua boca de onde nada mais ouvia secreta mata onde Circe desnudou os dedos ainda mais que o ciúme régia de fogo no olho esquerdo de dédalus direito de beatrices agarrando os dentes com unhas da forma mais desprezível em busca do seu próprio corpo esqueleto submerso no íntimo da existência em harmonia com o gosto que o mundo assim exigia retalhos imortais do SerAfim imagens palavras cortantes mostram-se inteiramente nuas diante dos meus sexus salve-me rainha das deformações que se apresentam a esse respeito na consciência humana formada pela escravidão social temos um exemplo disso no ciúme para surpreender o íntimo na posse da solidão que alimenta carruagens de seda com cavalos noturnos durante o solar e o inverno ao sabor da convulsão das águas golpe funesto nos seios sertão de intrínsecas gaitas de esporas na garupa um punhal dentro da fruta do meu tédio mas outro tópico me parece instigante nessa relação ciúme silêncio no estágio atual das ciências eletrônicas eletro científicas palavras em tom de alerta soam como pré sentimentos do futuro ou antenas canibais da filosofia descontinuidade do apego e do rigor com que cada sentimento se instala no aparelho divisor do corpo/espada/olho/TV

leia mais aqui: http://braziliricas.blogspot.com


Fisco rastreia laranjas em negócios dos Sarney
fonte:
http://www.uol.com.br/

A Receita Federal começou a rastrear a movimentação financeira de pessoas apontadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal como laranjas usados pela família Sarney para ocultar a propriedade de empresas e praticar lavagem de dinheiro, de acordo com dados do fisco aos quais a reportagem teve acesso. A matéria de Leonardo Souza, Maria Clara Cabral e Hudson Corrêa está disponível para assinantes da Folha e do UOL.

Aliados de Sarney reagem à ofensiva de oposição
PT defende afastamento de Sarney após gravações
Fernando Sarney omite centro de futebol em IR

O presidente do Senado, senador José Sarney (PMBD-AP), cujas empresas têm sido alvo de investigações da Receita Federal

A Folha informou na edição deste sábado que após uma investigação sem precedentes nas empresas da família Sarney, a Receita Federal indicou a prática de crimes contra a ordem tributária, como remessa ilegal de recursos para o exterior, falsificação de contratos de câmbio e lavagem de dinheiro, entre outras ilegalidades, informou a Folha na edição deste sábado.
São 17 ações fiscais em curso, que atingem 24 pessoas e empresas relacionadas direta e indiretamente aos Sarney, incluindo sete contribuintes do Rio de Janeiro e São Paulo.

O caso se estende até a Usimar Componentes Automotivos, empresa que deu nome ao escândalo da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia) no final da década de 1990 no Maranhão, no governo da então e atual governadora Roseana Sarney (PMDB).

O aperto da fiscalização sobre pessoas físicas e jurídicas da família Sarney somou-se a uma série de outros fatores que levaram o governo federal a demitir a secretária da Receita Lina Maria Vieira, segundo a Folha apurou.

Por meio de nota, Fernando Sarney afirmou que a fiscalização da Receita é de rotina e nada tem a ver com câmbio e lavagem de dinheiro. Ele negou qualquer ligação com a Usimar.

O empresário disse ainda que a fiscalização não tem relação com a saída de Lina Vieira do comando da Receita porque foi iniciada antes da nomeação dela para o cargo. No entanto, foi na gestão de Lina que a Justiça Federal expediu um ofício determinando celeridade na investigação.

A receita constituiu então um grupo especial de fiscalização com auditores de fora do Maranhão.
Entre os alvos do fisco estão Dulce de Britto Freire, Walfredo Dantas de Araújo e Thucydides Barbosa Frota, que constam como sócios do grupo Marafolia, especializado em shows e eventos. Segundo a PF, Fernando Sarney e sua mulher, Teresa Murad, "são os donos de fato" do negócio.

Demissão
A secretária da Receita Federal, Lina Maria Vieira, foi demitida no último dia 15 após menos de um ano no cargo.

O argumento oficial foi a queda na arrecadação, mas acredita-se que um dos motivos tenha sido a disputa entre a Receita e a Petrobras, em relação a uma mudança contábil feita pela estatal no final de 2008 e que permitiu uma redução de R$ 4 bilhões no recolhimento de impostos. Essa questão foi um dos motivos usados pela oposição para a criação da CPI da Petrobras.
Durante sua administração, Lina também concentrou a fiscalização sobre grandes contribuintes, aplicando autuações bilionárias em bancos e empresas de diversos setores.
Os atingidos, incluindo o grupo de Sarney, pressionaram pela sua demissão.

Leia mais sobre José Sarney
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PT defende afastamento de Sarney e diz que gravações sobre atos secretos são "graves

Jura secreta 81

ainda a tarde
onde tudo no teu corpo arde
e entro
porta entre mar de pêlo
se dentro
a sílaba da palavra
grita
o canto
explode como gozo intenso
e suspenso o grito
que sustenta a fala
vaza
pelos teus cabelos
pelas tuas coxas
pelas tuas costas
e nas encostas
litoral que estamos
salvador
não fica mais ali
defronte o farol
é barra
o mar já engole os peixes
e peixes
não moram mais no mar
eu grito
porque tenho fome
e canto porque tenho sede
de amor de fogo e sexo
escrevo porque não me calo
e falo que calar não posso
só dia em que este mar for nosso
descanso
minha escridura
na carne crua do teu colo

Artur Gomes
http://poeticasfulinaimicas.blogspot.com/

O homem e a lua

Comemora-se hoje (20;7) 40 anos da chegada do primeiro homem à lua. Eu que já naqueles tempos raramente assistia TV, lembro-me de ter ficado colada a um aparelho (e n o r m e...) e, fascinada, assistir às borradas imagens em branco e preto, hoje famosas, de Neil Armstrong passeando em solo lunar, com a Apollo 11 ao fundo.

A romântica aspirante a cronista de então, escrevia no jornalzinho “Roosevelt News” (publicado pela escola de idiomas Instituto Roosevelt” em São Paulo, da qual era aluna), em dezembro de 1969:

“O homem já conhece outras galáxias e ainda não conhece a si próprio. Já sentiu a sensação do infinito e não descobriu o infinito de sua alma. Já sorveu a liberdade sideral e ainda não bebeu de sua liberdade terrestre. Já pisou em outros solos e não soube cultivar ainda o seu”.

Eu acreditei, mas cética e melancólica, não vi ali nenhuma grande vantagem. Meu pai não acreditou, como ainda hoje não acredita que o homem pisou na lua, mesmo sem ter lido tudo o que foi escrito posteriormente sobre evidências de fraude nas inúmeras imagens divulgadas do homem em solo lunar. (como não leu e não se interessou pelo assunto, e, agora, aos quase 90 anos só assiste TV, acaba de me comunicar, eufórico, que o Jornal da Madeira, transmitido pela RTPI no Brasil, “acaba de confirmar que o homem não esteve na lua. Isso é que é gente valente, tinha que ser madeirense mesmo!” completa ele.

Algumas dessas teorias sustentam que o homem jamais esteve na lua, outras admitem que o homem esteve, sim, na lua, mas pela quantidade de erros detectados nas fotografias divulgadas (um deles aponta a bandeira americana “tremulando” num solo sem gravidade), tudo leva a crer que essas imagens teriam sido feitas em estúdio.

Verdade ou não (a polêmica está há anos no ar e pode ser pesquisada na web), se a possível “encenação” teria sido armada para impressionar o arquiinimigo dos EUA a ex-União Soviética, em plena Guerra Fria, o certo é que o simbolismo do fato marcou a maioria dos jovens de minha geração, como a chegada à América deve ter marcado a geração do final do Século XV.

Estávamos prontos para receber “uma nova era”, o futuro ali estava.
A tal colonização de outros planetas prevista na época para um curto espaço de tempo, não aconteceu, o entusiasmo dos EUA em relação à lua, após o fracasso da Apollo 13, arrefeceu bem como o de toda a humanidade que ainda se reserva o direito de olhar romântica e misticamente para a lua em dias de “lua cheia”.

Verdade ou não, a cronista não mais acredita em muitas das coisas em que então acreditava e pensando bem, continua a não ver grande vantagem em tudo isso.

Dalila Teles Veras
http://dalilatelesveras.zip.net/


NÃO DEIXE O AMOR PASSAR

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.

As sem-razões do amor

Eu te amo porque te amo,

Não precisas ser amante,

e nem sempre sabes sê-lo.

Eu te amo porque te amo.

Amor é estado de graça

e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,

é semeado no vento,

na cachoeira, no eclipse.

Amor foge a dicionários

e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo

bastante ou demais a mim.

Porque amor não se troca,

não se conjuga nem se ama.

Porque amor é amor a nada,

feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,

e da morte vencedor,

por mais que o matem (e matam)

a cada instante de amor.

Satânico é meu pensamento a teu respeito, e ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão, numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem. A noite era quente e calma, e eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu, sem o mínimo pudor! Percebendo minha aparente indiferença,aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem escrúpulos.Até nos mais íntimos lugares. Eu adormeci.Hoje quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente, mas em vão.Deixaste em meu corpo e no lençol provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite.Esta noite recolho-me mais cedo, para na mesma cama, te esperar. Quando chegares, quero te agarrar com avidez e força. Quero te apertar com todas as forças de minhas mãos. Só descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo.Só assim, livrar-me-ei de ti, pernilongo Filho da Puta!!!!

A UM AUSENTE

Tenho razão de sentir saudade,

tenho razão de te acusar.

Houve um pacto implícito que rompeste

e sem te despedires foste embora.

Detonaste o pacto.

Detonaste a vida geral, a comum aquiescência

de viver e explorar os rumos de obscuridade

sem prazo sem consulta sem provocação

até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.

Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.

Que poderias ter feito de mais grave

do que o ato sem continuação, o ato em si,

o ato que não ousamos nem sabemos ousar

porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,

de nossa convivência em falas camaradas,

simples apertar de mãos, nem isso, voz

modulando sílabas conhecidas e banais

que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.

Sim, acuso-te porque fizeste

o não previsto nas leis da amizade e da natureza

nem nos deixaste sequer o direito de indagar

porque o fizeste, porque te foste

Carlos Drummond de Andrade

Estás desempregado? Teu amor sumiu? Calma: sempre pode pintar uma jamanta na esquina.Tenho um amigo, cujo nome, por muitas razões, não posso dizer, conhecido como o mais dark. Dark no visual, dark nas emoções, dark nas palavras: darkésimo. Não nos conhecemos a muito tempo, mas imagino que, quando ainda não havia darks, ele já era dark. Do alto de sua darkice futurista, devia olhar com soberano desprezo para aquela extensa legião de paz e amor, trocando flores, vestida de branco e cheia de esperança.Pode parecer ilógico, mas o mais dark dos meus amigos é também uma das pessoas mais engraçadas que conheço. Rio sem parar do humor dele- humor dark, claro. Outro dia esperávamos um elevador, exaustos no fim da tarde, quando de repente ele revirou os olhos, encostou a cabeça na parede, suspirou bem fundo e soltou essa: -"Ai, meu Deus, minha única esperança é que uma jamanta passe por cima de mim..." Descemos o elevador rindo feito hienas. Devíamos ter ido embora, mas foi num daqueles dias gelados, propícios aos conhaques e às abobrinhas.Tomamos um conhaque no bar. E imaginamos uma história assim: você anda só, cheio de tristeza, desamado, duro, sem fé nem futuro. Aí você liga para o Jamanta Express e pede: -"Por favor, preciso de uma jamanta às 30h15, na esquina da rua tal com tal. O cheque estará no bolso esquerdo da calça". Às 20h14, na tal esquina (uma ótima esquina é a Franca com Haddock Lobo, que tem aquela descidona) , você olha para esquina de cima. E lá está- maravilha!- parada uma enorme jamanta reluzente, soltando fogo pelas ventas que nem um dragão de história infantil. O motorista espia pela janela, olha para você e levanta o polegar. Você levanta o polegar: tudo bem. E começa a atravessar a rua. A jamanta arranca a mil, pneus guinchando no asfalto. Pronto: acabou. Um fio de sangue escorrendo pelo queixo, a vítima geme suas últimas palavras: -"Morro feliz. Era tudo que eu queria..."Dia seguinte, meu amigo dark contou: - "Tive um sonho lindo. Imagina só, uma jamanta toda dourada..." Rimos até ficar com dor na barriga. E eu lembrei dum poema antigo de Drummond. Aquele Consolo na Praia, sabe qual? "Vamos não chores / A infância está perdida/ A mocidade está perdida/ Mas a vida não se perdeu" – ele começa, antes de enumerar as perdas irreparáveis: perdeste o amigo, perdeste o amor, não tens nada além da mágoa e solidão. E quando o desejo da jamanta ameaça invadir o poema – Drummond, o Carlos, pergunta: "Mas, e o humour?" Porque esse talvez seja o único remédio quando ameaça doer demais: invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca o sentido e fique tão ridículo que só sobra mesmo a vontade de dar uma boa gargalhada. Dark, qual o problema?Deus é naja - descobrimos outro dia.O mais dark dos meus amigos tem esse poder, esse condão. E isso que ele anda numa fase problemática. Problemas darks, evidentemente. Naja ou não, Deus (ou Diabo?) guarde sua capacidade de rir descontroladamente de tudo. Eu, às vezes, só às vezes, também consigo. Ultimamente, quase não. Porque também me acontece – como pode estar acontecendo a você que quem sabe me lê agora - de achar que tudo isso talvez não tenha a menor graça. Pode ser: Deus é naja, nunca esqueça, baby.Segure seu humor. Seguro o meu, mesmo dark: vou dormir profundamente e sonhar com uma jamanta. A mil por hora.

Caio Fernando Abreu

Quando entrei no cineclube as 19h e alguns minutos ao me deparar com meia dúzia de gatos pingados para prestigiar estes mestres do cinema nacional, tive certeza que ao chegar em casa ia escrever um texto bem provacativo contra tudo e todos, que em números com 4 ou 5 dígitos estariam e ainda estarão prestigiando aquele humor babaca de Danilo Gentili ao invés de lotar os oitocentos e tantos acentos do cineclube Cauim.Porém, depois de uma bate-papo fantástico com eles e o dono do cineclube, Cachaça. Essa vontade passou. E no final, esses 4 ou 5 dígitos não tem culpa de nada.Agora, pra quem quiser, um conto do Marçal:

Sete Epitáfios para uma Dama Branca (Que, descalça, media 1,65m e, nua, pesava 54 quilos)

Epitáfio V

Nunca dei presentes a ela, nunca recebi nada. Não conheci a letra dela, nunca a vi escrevendo. Não sei se sua caligrafia era redonda ou inclinada, legível ou feia, ou se ela colocava bolinhas em lugar dos pingos nas letras. Eu nunca disse que a amava nem a ouvi dizer isso pra mim. Nunca falamos de amor, de filhos, de amantes, de passado. Do futuro. Fodíamos apenas.Nunca soube seu signo nem ela o meu. Ela não me falou sobre sua flor favorita ou sua cor predileta. Sua primeira vez. Ela não perguntou sobre a minha. Não sei se ela possuía todos os dentes. Nunca conversamos sobre religião, não sei se ela acreditava em Deus. Em reencarnação ou em horóscopo. Não sei se ela gostava de gatos ou se pensou em colecionar selos. Nunca perguntei se ela se interessava por política, futebol ou mesmo se tinha o costume de se masturbar. Não sei se ela cozinhava bem ou o prato de que gostava mais. O que achava da moda, ela jamais me falou. Curtia samba? E caipirinha? Como foi quando criança, ela não me contou. Qual seu número de sorte? Eu pagava pra saber se alguma vez aconteceu de ela olhar com desejo para outra mulher. O nome de seus pais, o que ela achava de homens de barba, das loiras, de armas e tatuagens - são coisas que nunca vou saber. Não descobri se em alguma ocasião ela passou fome na vida. Se teve uma tia epilética. O Que achava dos pretos? E Dos cavalos? Gostava de novelas? O que pensava de garotas que pedem a sujeitos que batam nelas na hora de trepar? Achava o que do dinheiro, essa mulher? Que número calçava? Tinha medo de baratas. Terá algum dia o pai espancado a mãe na frente dela (e, diante de seu protesto, mandado que calasse a boca pra não tomar uns sopapos também)? Será que, como eu, ela achava que a felicidade é um negócio que inventaram para enganar os pobres, os feios e os esperançosos? Não sei se tomou drogas um dia ou se era bamba em matemática no tempo da escola. Se gostava de resolver as palavras cruzadas do jornal. Será que ela sabia jogar truco? Teve todas as doenças da infância? Tinha idéia de como é que os caras matam os cavalos para fazer mortadela no sul da Bahia? Foi assaltada alguma vez? Transou quando na verdade estava a fim de dormir e esquecer? Nunca soube se ela viajou de trem ou de navio. Se teve vontade de matar alguémm que um dia amou. Se cortou os cabelos só para agradar a algum homem. Se cortou o pé em caco de vidro quando mais nova. Se em algum momento humilhou alguém e se arrependeu depois. Se gostava de brócolis. Se pensou em sexo com animais. Se alguma noite perde o sono por causa de dívidas. Se pensou em fugir. Se lembrava dos sonhos depois que acordava. Se sonhava. Se tinha medo de doar sangue. Se sorriu para pessoas pensando em mandá-las à merda. Se bolou preversões com integrantes da família. Se sentiu saudade. Eu nunca soube o que essa mulher achava do papa. E de velhas que ainda usam laquê. Eu não sei onde ela estava quando a Seleção ganhou a Copa de 94. Se ela tomou um porro de vinho. Terá ela fingido alguma vez que a coisa estava muito boa quando estava apenas morna? Compreendeu o significado da palavra "sacrifício" a tempo? Será que ela se orgulhou de algo de que deveria se envergonhar? Será que se lembrava da primeira vez que viu o mar? Do primeiro beijo? Será que ela se sentiu digna em alguma oportunidade? E suja? Eu nunca soube o que ela achava de salário-mínimo. Da Ioga. Das surubas. E das coisas que assustam quando pensamos nelas. De gente que tem medo de escuro. E de quem sabe que temos escuros dentro da gente. Eu não soube nada disso. Apenas fodíamos. E era bom.No entanto, eu sabia sua altura. Porque ela precisava ficar na ponta dos pés toda vez que nos beijávamos. E Sabia seu peso: ela me falou um dia, na cama, quando quis ficar por cima.::

Marçal Aquino.

sábado, 25 de julho de 2009



MÊS DE CINEMA E TEATRO EM TROPOFONIA BH

Segunda Feira, 27 de julho às 23 horas pela UFMG Educativa 104,5 http://www.ufmg.br/online/radio/arquivos/002140.shtml

Especial de Jerzy Grotowski

A UNESCO proclamou 2009 como "Ano Grotowski"

+Entrevista com Cristiano Peixoto (Cristiano Peixoto é mestrando em Teatro pela UFMG. Participou da sessão de seleção do Workcenter of Jerzy Grotowsky. Integrou o Laboratório de Permanente de Ricerca sull Arte dell Attore. Dirigido por Domenico Castaldo (1998/1999). Integrou o grupo Studium Teatralne (Polônia)(2000/2001) com direção de Piotr Burowski. É co-fundador e ator do Grupo Teatro Pontifex. É professor de interpretação teatral dos cursos livres do Galpão Cine-Horto e de expressão vocal do Cefar – Palácio das Artes.)+Entrevista com


Aldo El Jatib(Aldo El Jatib es el director fundador del Grupo Laboratorio de Teatro El Rayo Misterioso (Rosario, Argentina) Ha dictado talleres, seminarios y conferencias en varios paises de América y Europa. Junto al Rayo, desarrolla desde hace 15 años diversas actividades de investigación y producción teatral: Laboratorio Teatral, la revista "Teatro, Truenos & Misterios", el festival internacional "Experimenta Teatro" que en diciembre de este año va por su decima edición, los seminarios "El Rayo Truena", "Seminario Experimental para la Superación del Actor". Este año, junto a la inauguración de la nueva sala del Rayo, presentaron el ciclo "El Rayo hace Historia" con funciones de los espectaculos: MUZ, La Consagración de las Furias y el estreno de "Dionisos Aut".

Contactos:
8º CONCURSO LITERÁRIO
GUEMANISSE DE CONTOS
E POESIAS / 2009
www.guemanisse.com.br
editora@guemanisse.com.br
concursoliterario@guemanisse.com.br

Objetivando incentivar a literatura no país, dando ênfase na publicação de textos, a GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA. promove o 8º CONCURSO LITERÁRIO GUEMANISSE DE CONTOS E POESIAS, composto por duas categorias distintas:
a) Contos;
b) Poesias,
o qual será regido pelo seguinte

REGULAMENTO


1. Podem concorrer quaisquer pessoas, de qualquer país, desde que os textos inscritos sejam em língua portuguesa. Os trabalhos não precisam ser inéditos e a temática é livre.

2. As inscrições se encerram no dia 21 de setembro de 2009. Os trabalhos enviados após esta data não serão considerados para efeito do concurso, e, assim como os demais, não serão devolvidos. Para tanto será considerada a data de postagem (correio e internet).

3. O limite de cada CONTO é de até 6 (seis) páginas e o de cada POESIA é de 2 (duas) páginas. Os textos devem ser redigidos em folha A4, corpo 12, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times ou Arial.

4. As inscrições podem ser realizadas por correio ou pela internet da forma seguinte:
a) Via postal (correio): os trabalhos podem ser enviados em papel, CD ou disquete 3 ½ para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. CAIXA POSTAL 31.530 - CEP 20780-970 - Rio de Janeiro – RJ;
b) Internet: os trabalhos devem ser enviados, em arquivo Word, para o e-mail concursoliterario@guemanisse.com.br (com cópia para) editora@guemanisse.com.br

5. Tanto os CONTOS quanto as POESIAS devem ser remetidos em 1 (uma) via, devendo, em folha (ou arquivo) separada, conter os seguintes dados do concorrente:
a) nome completo;
b) nome artístico, com o qual assina a obra e que será divulgado em caso de premiação e/ou publicação;
c) categoria a que concorre;
d data de nascimento / profissão;
e) endereço completo (com CEP) / e endereço eletrônico (e-mail).

6. Cada concorrente pode realizar quantas inscrições desejar.

7. Para a categoria CONTOS, o valor de cada inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais), podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Para a categoria POESIAS, o valor de cada inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais) podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Os valores devem ser depositados em favor de GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA, na Caixa Econômica Federal, Agência 2264, Oper. 003 - Conta Corrente Nº 451-7

8. A remessa do numerário referente à inscrição, quando feita do exterior, deve ser efetuada através dos correios;

9. Os comprovantes de depósito (nos quais os concorrentes escreverão o nome) devem ser remetidos para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. pelo correio, pela internet (escaneados) ou para o fax (21) 3734-2005. Nenhum valor de inscrição será devolvido.

10. Os resultados serão divulgados pelo nosso site www.guemanisse.com.br, pela mídia e individualmente (por e-mail) a todos os participantes, no dia 27 de novembro de 2009.

11. Cada Comissão Julgadora será composta por 3 (três) nomes ligados à literatura e com reconhecida capacidade artístico-cultural. Ambas as Comissões podem conceder menções honrosas ou especiais.

12. As decisões das Comissões Julgadoras são irrecorríveis.

13. Para cada Categoria (Contos e Poesias), a premiação será nos seguintes valores:
a) Premiação em dinheiro:
1º lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais) e publicação do texto em livro;
2º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais) e publicação do texto em livro;
3º lugar: R$ 1.000,00 (mil reais) e publicação do texto em livro.
b) Premiação de publicação em livro:
Os textos premiados, inclusive os que forem agraciados com MENÇÃO HONROSA e/ou MENÇÃO ESPECIAL, serão publicados em livro (sem ônus para seus autores, inclusive de remessa postal) e cada um destes autores receberá dez exemplares, a título de direitos autorais. Os direitos autorais subseqüentes à esta edição são de propriedade dos seus autores, não tendo a Guemanisse nenhum direito sobre os mesmos. Esta edição específica não poderá ultrapassar a tiragem de 2.000 (dois mil) exemplares, e os livros restantes desta edição serão preferencialmente distribuídos por bibliotecas e escolas públicas.

14. A inscrição no presente concurso implica na aceitação plena deste regulamento.