sexta-feira, 22 de maio de 2009




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Mataram a Poesia Leminski Jura Que Não Foi ele

todo bairro

tem um louco

que o bairro

o trata bem

só falta

mais um pouco

para eu ser tratado também

P leminski


RELEASE – REALIDADE VIRTUAL
“Uma peça sobre o mau uso do poder”. É assim que o autor Alan Arkin define o seu texto “Realidade Virtual”. Beirando o non-sense a peça é uma inteligente comédia que mostra como o poder usado sem sabedoria pode levar a destinos imprevisíveis.

Dois funcionários, Canhoto e DeRecha (já contraditórios nos nomes com que se apresentam), foram contratados para executar uma missão e aguardam a chegada do material que deverá ser utilizado nesta missão. Como o material atrasa, DeRecha, nomeado pelos superiores para ser a chefe da missão, propõe a Canhoto um ensaio técnico da chegada, abertura das caixas e conferencia do material. Canhoto, depois de todo tipo de contra-argumentação, aceita a estranha proposta e a partir daí inicia-se um jogo de faz-de-conta que é levado às últimas conseqüências.
Os atores Claudio Mendes e Marianna Mac Niven abusam da expressão corporal e da linguagem da mímica para criar a ilusão dos diversos objetos que vão saindo das caixas.

Esse jogo de realidade e fantasia envolve a platéia, tornando-os cúmplices dos caminhos escolhidos pelos personagens e sugerindo que cada um complete sua imaginação o espetáculo: “Onde eles estão agora?, “Que coisas são essas que saem de dentro das caixas?”, “Como eles vão sair dessa agora?”, são perguntas que o espectador se faz e que ele mesmo se responde quando escolhe imaginar as respostas. Sacada de gênio do autor, Alan Arkin!
Arkin é ator (vencedor do oscar 2007 por seu trabalho em “Pequena Miss Sunshiene”) e por isso conhece a carpintaria e as regras do bom jogo teatral. Seu texto, inédito no Brasil, é dinâmico, inteligente extremamente engraçado pelo absurdo dos diálogos e das situações.

“Realidade Virtual” esteve 3 meses em temporada no Centro Cultural Justiça Federal em 2008. Fez o Projeto Boca de Cena, uma parceria do SESC-Rio e do CBTIJ, itinerando com o espetáculo. Em 2007 participou do Festival K-iau em Araçuaí-MG e no Teatro Miguel Falabella, a convite do Grupo Atores de Laura, fez o encerramento do ano letivo daquele teatro.

REALIDADE VIRTUAL
Texto: Alan Arkin
Tradução: Marianna Mac Niven
Elenco: Claudio Mendes
Marianna Mac Niven
Participação: Gustavo Arthidoro
Direção: Claudio Mendes, Marianna Mac Niven
Direção de Movimento: Josué Soares (Grupo Os Mimos)
Duração: 60 min.
Faixa etária: a partir de 12 anos






Início: 16 de junho de 2009.
2 vezes por semana, 2 horas por encuentro:

Dia 1: Treinamento atoral, Bioenergética e Atuação.
Dia 2: Trenamiento atoral, Atuação e Investiação Teatral.
Dirigido a pessoas com ou sem experiência teatral.

Mais informações pelo telefone ou email.Sebastián Moreno ~ Laia Ferrari(sebasjmoreno@hotmail.com ~ laiafl@yahoo.com)
Assembleia hoje da Associação de Imprensa Campista elegeu a comissão eleitoral que, obedecendo ao novo estatuto, organizará o processo de escolha da próxima diretoria. O edital chamando eleições deverá ser publicado na próxima semana, com prazo até 10 de junho para a inscrição de chapas.A eleição será no dia 20 de junho, para quando a diretoria também programa a abertura da 19º Semana da Imprensa, comemorativa dos 80 anos da instituição.
Os associados A. Vasconcelos (ele mesmo, o Marquês da Madrugada), Sofia Vecce e Aloisio Di Donato formam a comissão eleitoral.
Vitor Menezes Urgente
Campos Para Viver Melhor
Há 20 anos, descobriram os caminhos de Campos dos Goytacazes. Um grupo de pensadores , capitaneados por um jovem teatrólogo/artista/radialista/cover de narrador esportivo, anunciou para todos que seria a solução para Campos. Até a água melhoraria, com a vinda da água limpa de Lagoa de Cima. Passados mais que 20 anos, até hoje a água não veio e nós ficamos dentro d'água. Como alguém dissera antes, povo gosta de pão e circo, aí inauguraram os shows em Farol de São Tome, que depois se espalharam por toda a região, transformando as prefeituras/prefeitos de diversas cidades em verdadeiros festeiros.
Chegaram à sofisticação de contratar um artista por um valor e cobrar no mínimo o dobro. Aí, quem dançava era a saúde, a educação, o emprego... e a população. Tomando gosto pela coisa inebriante, que é o poder, começaram a compra de votos, com os chamados sistemas piramidais,onde um cabeça era responsável pelo convencimento de diversos outros eleitores de que determinado candidato era o melhor... O valor aumentou, os esquemas se sofisticaram... até cartão de crédito foi utilizado, logo depois esse mesmo grupo se dividiu, brigou, se agrediu, mas não foi em nome da população.
Os motivos foram outros que todo mundo sabe. Aí, começaram a se revezar no poder... O poder é o fim, não interessa os meios para se chegar a ele, o resto, o Ministério Público, a imprensa de cada lado e a Polícia Federal mostraram muito bem como funciona. Aí vem a grande pergunta o que fazer para transformar Campos em uma cidade para se viver melhor? Aí é que a hiena torce o rabo. Enquanto esse grupo dividido estiver no poder, a cidade não vai ser um bom lugar para se viver melhor.
A população de Campos tem que entender que uma terceira via tem que ser buscada, com muito critério, para que a grana que entra nos cofres do município sejam administradas como recursos públicos e não deles e aí, sim, vai ser uma cidade onde se poderá viver melhor.... com desenvolvimento, mesmo que seja com financiamento público, mas com a seriedade da criação de postos de trabalho e retorno do dinheiro investido.... com uma saúde preventiva que é muito mais barata... uma educação onde os profissionais do ensino sejam melhor remunerados e sem as experiências burras, como a aprovação automática, que forma alunos analfabetos, com uma merenda sadia e farta produzida aqui mesmo na região, prestigiando os agricultores daqui... um meio ambiente que não produza a desgraça daqueles que aqui viveme com a coragem de fazer cumprir as leis, incluindo aí a que proibe a queima de canaviais.
Além disso, que tenham peito de exigir da Empresa concessionária de água, que também trate do esgoto e não o jogue in natura nos nossos mananciais hídricos... um trânsito mais inteligente, seguro e legal.... uma Câmara Municipal séria e produtiva, que esqueça esse provincianismo de dar nomes às ruas, moções a donos de bar, títulos, em detrimento de boas leis em favor da população, acompanhada de uma fiscalização independente e responsável da atuação do Executivo que finalmente seja transparente. Enfim, Campos para se viver melhor, não tem nada a ver com o que está sendo feito, nem com as pessoas que se apresentaram para tomar conta dela....
E como disse Eça de Queiroz.... os políticos e as fraldas tem que se trocados frequentemente , e ambos pela mesma razão.
Postado por Hiena

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