sexta-feira, 15 de maio de 2009







Em Defesa de Fidel

Fidel Castro não poderia matar a poesia: ele criou poesia na ilha do Atlântico descoberta por Colombo. Uma poesia às vezes imprecisa que percorre ruas estreitas de cidades coloniais sem recursos, com seus prédios de quinhentos anos que se desfazem e se reconstroem todos os dias. Lá, só vi poesia no andar das pessoas, na música das esquinas, nas crianças, nos museus, na vontade de (sobre)viver.

recebi
esse recado acima por e-mail da minha amiga arquiteta e urbanista do ABC paulista, mais especificamente da cidade de Santo André, onde tenho tantos outros amigos, que por lá conquistei entre 1993 e 1993 quando por aquelas bandas vivi, tais como Dalila Teles Veras, Wilma Lima, Fabiano Calixto, Zôo Bertholini e Jurema Barreto, todos grandes poetas e produtores de cultura
enquanto aqui amiga... O Buraco É Mais Embaixo http://www.youtube.com/watch?v=p7Q7aabRjFg&feature=channel_page


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